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Escola da Alta de Lisboa condenada pelos rankings é como “uma segunda casa” para muitos alunos

Escola da Alta de Lisboa condenada pelos rankings é como “uma segunda casa” para muitos alunos

A Escola Básica Almada Negreiros está nos últimos lugares dos rankings. Em 2014, só um aluno teve nota positiva no exame de matemática. Mas para além da realidade estatística existe um ambiente de forte crença no trabalho quotidiano desenvolvido pela comunidade educativa. E grande afectividade ...
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Vida na Cidade

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Escola da Alta de Lisboa condenada pelos rankings é como “uma segunda casa” para muitos alunos

Escola da Alta de Lisboa condenada pelos rankings é como “uma segunda casa” para muitos alunos

A Escola Básica Almada Negreiros está nos últimos lugares dos rankings. Em 2014, só um aluno teve nota positiva no exame de matemática. Mas para além da realidade estatística existe um ambiente de forte crença no trabalho quotidiano desenvolvido pela comunidade educativa. E grande afectividade.
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Rua de Lisboa poderá ter nome de quatro jovens mortos pela PIDE no dia 25 de Abril

Rua de Lisboa poderá ter nome de quatro jovens mortos pela PIDE no dia 25 de Abril

No dia em que se celebrou a liberdade, a Polícia Internacional e de Defesa do Estado (PIDE) matou pelo menos quatro homens: João Arruda, 20 anos, Fernando Gesteiro, 18, Fernando dos Reis, 24 e José Barnetto, 37. Jornalista Pedro Vieira quer evocar a sua memória.
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Contadora de histórias quer pôr idosos e sem-abrigo de Lisboa a conviverem através dos livros

Contadora de histórias quer pôr idosos e sem-abrigo de Lisboa a conviverem através dos livros

Todas as semanas, dezenas de pessoas que se sentem sozinhas abrem as portas de casa para ouvirem histórias, no âmbito da iniciativa “Ler Doce Ler”, integrada no projecto “Na rua com histórias – Uma biblioteca para todos”. A ideia partiu da contadora de histórias Elsa Serra.
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Veja como eram as marchas populares de Lisboa de outros tempos

Veja como eram as marchas populares de Lisboa de outros tempos

Há quem diga que as Marchas Populares de Lisboa estão entre as tradições mais antigas da cidade. É verdade, mas só em parte. Com um percurso que, este ano, completa 86 anos, atravessaram altos e baixos e longos períodos de interrupção.
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Obras do elevador da Sé de Lisboa paradas há um ano e meio e sem data prevista de recomeço

Obras do elevador da Sé de Lisboa paradas há um ano e meio e sem data prevista de recomeço

O elevador que vai ligar o Campo das Cebolas à Sé de Lisboa deveria ter sido concluído no Verão de 2017, mas a obra parou cinco meses depois de começar. Os estabelecimentos de restauração das redondezas queixam-se do desleixo e da insalubridade nascidos à volta do estaleiro.
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Há cada vez mais gente a sentir-se empurrada da Madragoa para dar lugar a turistas

Há cada vez mais gente a sentir-se empurrada da Madragoa para dar lugar a turistas

Vítima da sua atractividade, o bairro típico tem vindo a ser alvo de enorme procura por parte dos que ali vislumbram boas oportunidades imobiliárias. A cada esquina, multiplicam-se as estórias de alguém forçado a sair da sua casa ou de ressentimento contra os “hósteis”.
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Alcântara: um bairro ainda preso à memória fabril, mas de olhos postos no futuro

Alcântara: um bairro ainda preso à memória fabril, mas de olhos postos no futuro

Alcântara, antiga zona industrial, é hoje um bairro de contrastes. Parte da freguesia tem vindo a modernizar-se com a construção de condomínios residenciais, novos restaurantes e o Lx Factory. Nas principais ruas do bairro, porém, há pouco movimento, lojas em risco de fechar, prédios com andares vazios e património em “muito mau estado”.
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Danificou o carro num buraco de Lisboa? A câmara promete indemnizações em três meses

Danificou o carro num buraco de Lisboa? A câmara promete indemnizações em três meses

A Câmara Municipal de Lisboa (CML) diz tudo estar a fazer para que, até ao final de 2018, as indemnizações aos donos de automóveis que tenham sofrido estragos devido às más condições das ruas da capital sejam pagas no máximo de até três meses após a reclamação.
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O Corvo nasce da constatação de que cada vez se produz menos noticiário local. A crise da imprensa tem a ver com esse afastamento dos media relativamente às questões da cidadania quotidiana.

O Corvo pratica jornalismo independente e desvinculado de interesses particulares, sejam eles políticos, religiosos, comerciais ou de qualquer outro género.

Em paralelo, se as tecnologias cada vez mais o permitem, cada vez menos os cidadãos são chamados a pronunciar-se e a intervir na resolução dos problemas que enfrentam.

Gostaríamos de contar com a participação, o apoio e a crítica dos lisboetas que não se sentem indiferentes ao destino da sua cidade.

Samuel Alemão
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