VIDA NA CIDADE

Moradores acusam Câmara <br> de Lisboa de demolir barracas com “dezenas de gatos” lá dentro

Moradores acusam Câmara
de Lisboa de demolir barracas com “dezenas de gatos” lá dentro

Residentes dizem que quando, a 2 de Maio, a autarquia avançou com a demolição das construções na Rua Quinta da Noiva, junto à Avenida Gago Coutinho, não acautelou a segurança de dezenas de gatos que viviam numa colónia. Muitos terão morrido debaixo dos escombros ou atropelados durante a fuga. Provedora dos Animais de Lisboa está a averiguar o que realmente se passou ...
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Vida na Cidade

VIDA NA CIDADE

Moradores acusam Câmara <br> de Lisboa de demolir barracas com “dezenas de gatos” lá dentro

Moradores acusam Câmara
de Lisboa de demolir barracas com “dezenas de gatos” lá dentro

Residentes dizem que quando, a 2 de Maio, a autarquia avançou com a demolição das construções na Rua Quinta da Noiva, junto à Avenida Gago Coutinho, não acautelou a segurança de dezenas de gatos que viviam numa colónia. Muitos terão morrido debaixo dos escombros ou atropelados durante a fuga. Provedora dos Animais de Lisboa está a averiguar o que realmente se passou.
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Medina duplica verba para 5 milhões no Orçamento Participativo de Lisboa e dá prioridade a propostas “verdes”

Medina duplica verba para 5 milhões no Orçamento Participativo de Lisboa e dá prioridade a propostas “verdes”

Fernando Medina (PS) aproveitou o anúncio dos vencedores de 2019 para prometer a duplicação do financiamento para o OP, no próximo ano, passando a câmara a distribuir cinco milhões de euros às ideias dos cidadãos para capital. O presidente da autarquia garante que as propostas “verdes” vão ter prioridade. Este ano, os munícipes de Lisboa escolheram como vencedores monumentos, estátuas, galerias de arte, parques infantis e uma homenagem ao movimento feminista.
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Para melhor resistirem à onda turística, bairros típicos de Lisboa não podem oferecer só dormida e restauração

Para melhor resistirem à onda turística, bairros típicos de Lisboa não podem oferecer só dormida e restauração

Reconhecendo que a actividade trouxe inegáveis benefícios económicos para a cidade, os deputados municipais da capital pedem à Câmara de Lisboa que refreie os excessos e tome medidas para criar um equilíbrio. Numa recomendação resultante das conclusões do debate temático “O impacto do Turismo na cidade de Lisboa”, organizado pela Assembleia Municipal, em Novembro passado, fala-se na necessidade evitar uma hiperespecialização comercial dos bairros mais procurados. Mas também em direccionar os fluxos turísticos para zonas menos óbvias da cidade.
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Cidadãos apresentam queixa contra Geco para combaterem “impunidade” dos tags e graffiti ilegais em Lisboa

Cidadãos apresentam queixa contra Geco para combaterem “impunidade” dos tags e graffiti ilegais em Lisboa

Cansado de ver o que considera ser a permissividade e a ineficácia das autoridades para com o “lixo gráfico” nas paredes da capital, o colectivo Vizinhos em Lisboa apresentou uma participação contra o tagger. A queixa, só agora revelada, avançou em Outubro de 2018, na sequência da entrevista dada a O Corvo pelo artista italiano que tem feito da inscrição do seu nome em todas as paredes, através de tag, graffiti e autocolantes, uma peculiar forma de expressão visual.
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No Mercado de Benfica elogia-se novo serviço de entregas ao domicílio, mas ainda faltam chegar as encomendas

No Mercado de Benfica elogia-se novo serviço de entregas ao domicílio, mas ainda faltam chegar as encomendas

As entregas gratuitas ao domicílio arrancaram há uma semana (15 de Abril) no Mercado de Benfica, o primeiro da rede de 28 mercados municipais de Lisboa a aderir à iniciativa. Para já, ainda não há encomendas, mas não será por muito tempo. Há quem veja no novo serviço uma grande mais-valia, porque se chega cada vez mais tarde a casa e esta é uma boa forma de “preservar a compra de artigos frescos”. Mas há quem seja relutante a esta novidade. “Vir ao mercado é uma forma de sair de casa”, diz uma cliente octogenária. Os vendedores também estão divididos.
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Terminal de Cruzeiros de Lisboa recebe milhares de turistas, mas em alguns dos bairros à volta quase não se nota

Terminal de Cruzeiros de Lisboa recebe milhares de turistas, mas em alguns dos bairros à volta quase não se nota

Inaugurado há mais de um ano, o novo terminal de cruzeiros da capital já recebeu 558 mil pessoas. O turismo de grandes navios atravessa uma das melhores fases de sempre, mas quem trabalha nos bairros do Vale de Santo António, Santa Engrácia e Beato garante que ali “não chega um turista dos barcos”. Na Rua do Vale de Santo António, o cenário é preocupante. Já o presidente da Junta de Freguesia do Beato debate-se “há anos” para pôr o Beato no mapa dos roteiros turísticos, mas a luta tem sido inglória.
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Há escolas geridas pela Câmara de Lisboa com muros a cair e a precisarem de obras “urgentes” há décadas

Há escolas geridas pela Câmara de Lisboa com muros a cair e a precisarem de obras “urgentes” há décadas

Na capital, há centenas de crianças a terem aulas em monoblocos há vários anos, sem ginásio, recreio ou uma cantina com condições de higiene e segurança. O estado de degradação dos edifícios escolares é preocupante, o que levou já ao encerramento de duas escolas no final do mês passado. Uma delas não tem obras estruturais há mais de cem anos. A autarquia, responsável pela gestão de 93 escolas básicas do primeiro ciclo e jardins-de-infância, encomendou, no verão passado, um estudo ao Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC). E promete avançar com obras em dez estabelecimentos, até ao fim do ano.
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Edifício da Biblioteca Nacional foi inaugurado há meio-século no Campo Grande

Edifício da Biblioteca Nacional foi inaugurado há meio-século no Campo Grande

Passou esta semana (quarta-feira, 10 de Abril) meio-século desde que abriu portas a nova casa-mãe da instituição fundada em 29 de Fevereiro de 1796, como Real Biblioteca Pública da Corte. Desenhado por Porfírio Pardal Monteiro, dentro das linhas austeras que caracterizavam a arquitectura pública do Estado Novo, alberga no seu interior mais de dois milhões e meio de livros e documentos, acumulados nos 13 pisos da Torre de Depósitos.
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O Corvo nasce da constatação de que cada vez se produz menos noticiário local. A crise da imprensa tem a ver com esse afastamento dos media relativamente às questões da cidadania quotidiana.

O Corvo pratica jornalismo independente e desvinculado de interesses particulares, sejam eles políticos, religiosos, comerciais ou de qualquer outro género.

Em paralelo, se as tecnologias cada vez mais o permitem, cada vez menos os cidadãos são chamados a pronunciar-se e a intervir na resolução dos problemas que enfrentam.

Gostaríamos de contar com a participação, o apoio e a crítica dos lisboetas que não se sentem indiferentes ao destino da sua cidade.

Samuel Alemão
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