URBANISMO

Medina garante que número de habitações municipais de Lisboa ocupadas ilegalmente é “marginal”

Medina garante que número de habitações municipais de Lisboa ocupadas ilegalmente é “marginal”

A Câmara Municipal de Lisboa (CML) continua sem divulgar o número de casas de habitação social por si geridas estão ocupadas ilegalmente na cidade. “O município tem um parque habitacional de quase 25 mil casas. Há, naturalmente, algumas situações de ocupação indevida e que iremos pôr cobro, mas é um número bastante marginal do ponto de vista da sua dimensão, face ao total de casas da Câmara de Lisboa”, diz o presidente da autarquia da capital ...
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Urbanismo

URBANISMO

Medina garante que número de habitações municipais de Lisboa ocupadas ilegalmente é “marginal”

Medina garante que número de habitações municipais de Lisboa ocupadas ilegalmente é “marginal”

A Câmara Municipal de Lisboa (CML) continua sem divulgar o número de casas de habitação social por si geridas estão ocupadas ilegalmente na cidade. “O município tem um parque habitacional de quase 25 mil casas. Há, naturalmente, algumas situações de ocupação indevida e que iremos pôr cobro, mas é um número bastante marginal do ponto de vista da sua dimensão, face ao total de casas da Câmara de Lisboa”, diz o presidente da autarquia da capital.
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Grupo de moradores de Alfama não quer “muralha de apartamentos de luxo” a tapar luz e vista do Tejo

Grupo de moradores de Alfama não quer “muralha de apartamentos de luxo” a tapar luz e vista do Tejo

O edifício onde o Hospital da Marinha funcionou durante mais de 200 anos, na Rua do Paraíso, e o imóvel contíguo vão ser reabilitados para darem origem a 100 apartamentos de luxo. Os habitantes temem perder a vista para o rio Tejo, que as casas fiquem sem luz e que o bairro fique descaracterizado. Por isso, lançaram uma petição contra o avanço da obra. “Querem construir ‘monstros’ arquitectónicos em Alfama. Estamos numa zona histórica, não estamos numa avenida nova de Lisboa”, critica uma moradora. Já há duas petições a circular contra a empreitada.
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Quartos em casas habitadas no centro de Lisboa também não poderão ser registados como Alojamento Local

Quartos em casas habitadas no centro de Lisboa também não poderão ser registados como Alojamento Local

A Assembleia Municipal de Lisboa (AML) deu, nesta terça-feira (6 de Novembro), luz verde às medidas de suspensão de licenciamento de novas unidades de Alojamento Local (AL) em cinco dos bairros mais pressionados pelo fenómeno (Alfama, Mouraria, Castelo, Madragoa e Bairro Alto), confirmando assim a medida antes aprovada pela Câmara Municipal de Lisboa (CML). O congelamento incluirá mesmo os quartos dedicados a esse negócio situados dentro de apartamentos onde habitam os donos dos imóveis.
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Há famílias a ocupar ilegalmente lojas de prédios municipais em Lisboa e a convertê-las na sua habitação

Há famílias a ocupar ilegalmente lojas de prédios municipais em Lisboa e a convertê-las na sua habitação

No bairro da Ameixoeira, na freguesia de Santa Clara, há famílias a ocuparem ilegalmente lojas de prédios camarários, transformando-as em habitação. Fazem-no porque dizem não ter para onde ir morar. E garantem querer legalizar a situação e pagar renda. O PSD, que convidou os jornalistas a conhecerem a situação, diz que há mais casos como este e de abandono. Pede, por isso, que a Câmara de Lisboa faça um levantamento dos seus espaços não habitacionais vazios e os adapte a habitação, distribuindo-a por quem precisa, sobretudo idosos e pessoas com mobilidade reduzida.
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Há zonas de Lisboa onde Alojamento Local “não deve ser proibido, mas incentivado”, diz Fernando Medina

Há zonas de Lisboa onde Alojamento Local “não deve ser proibido, mas incentivado”, diz Fernando Medina

O regulamento que irá definir os critérios para a aprovação do licenciamento de novas unidades de Alojamento Local (AL) na capital estará concluído até ao final de Março de 2019, promete o presidente da Câmara Municipal de Lisboa (CML). Sem deixar de reconhecer o impacto negativo que o crescimento galopante do registo de unidades de AL teve na cidade, Fernando Medina afirma que a criação de mais alojamentos, em algumas zonas de Lisboa, até é “desejável”.
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“Proibir Alojamento Local em certas zonas de Lisboa não é solução”, diz presidente da associação do sector

“Proibir Alojamento Local em certas zonas de Lisboa não é solução”, diz presidente da associação do sector

Nas vésperas de entrar em vigor a suspensão temporária de novos alojamentos locais em cinco bairro da capital (Castelo, Mouraria, Alfama, Bairro Alto e Madragoa), decorrente da nova lei, o sector aguarda com ansiedade pelo regulamento a criar pela Câmara de Lisboa.“Poderemos encontrar o tal equilíbrio de que todos falam”, diz Eduardo Miranda, presidente da Associação do Alojamento Local em Portugal (ALEP), para quem o discurso dominante sobre o fenómeno “é demasiado radicalizado”.
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Estas mulheres ocupam ilegalmente casas municipais de Lisboa por não terem alternativa de habitação

Estas mulheres ocupam ilegalmente casas municipais de Lisboa por não terem alternativa de habitação

Há cada vez mais famílias a viverem de forma abusiva em casas da Câmara Municipal de Lisboa. Dizem fazê-lo como forma de protesto por não encontrarem respostas no mercado de habitação tradicional, nem alternativas sociais por parte da autarquia. Algumas são despejadas e, sem poder escolher, vivem em situação de sobrelotação com familiares ou mesmo dentro de carros. Ao início da tarde desta terça-feira (16 de Outubro), dezenas de famílias – maioritariamente mães solteiras – expuseram a sua situação na Assembleia Municipal de Lisboa.
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Novos alojamentos locais também serão travados na Madragoa e no Bairro Alto, mas autarcas querem alargar proibição

Novos alojamentos locais também serão travados na Madragoa e no Bairro Alto, mas autarcas querem alargar proibição

A partir do dia 22 de Outubro, não será mais possível registar novos apartamentos para a actividade de Alojamento Local (AL) nos bairros de Castelo, Alfama e Mouraria, como já era sabido desde Julho passado, mas também no Bairro Alto e na Madragoa. A novidade foi avançada na manhã desta quinta-feira (11 de Outubro), pela Câmara Municipal de Lisboa (CML). Mas os presidente das juntas da Misericórdia e da Estrela dizem que a medida peca por pouca ambição, defendendo a suspensão de novos licenciamentos em mais bairros. A presidente da Misericórdia quer toda a freguesia abrangida.
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Moradores do Bairro da Cruz Vermelha realojados até final de 2019, saindo do Lumiar para a freguesia de Santa Clara

Moradores do Bairro da Cruz Vermelha realojados até final de 2019, saindo do Lumiar para a freguesia de Santa Clara

Os bairros da Musgueira e da Charneca, na freguesia de Santa Clara, terão vizinhos novos até ao final do próximo ano. Já arrancou a construção do empreendimento que albergará 130 famílias, 110 do Bairro da Cruz Vermelha e 20 concorrentes a programas de habitação acessível da Câmara Municipal de Lisboa (CML). A futura urbanização foi feita a pensar na população mais envelhecida e tendo em conta a importância da sustentabilidade ambiental. Haverá portas mais largas, de forma a permitirem a passagem de cadeiras de rodas, polibans em vez de banheiras e pisos lisos, com menos irregularidades.
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O Corvo nasce da constatação de que cada vez se produz menos noticiário local. A crise da imprensa tem a ver com esse afastamento dos media relativamente às questões da cidadania quotidiana.

O Corvo pratica jornalismo independente e desvinculado de interesses particulares, sejam eles políticos, religiosos, comerciais ou de qualquer outro género.

Em paralelo, se as tecnologias cada vez mais o permitem, cada vez menos os cidadãos são chamados a pronunciar-se e a intervir na resolução dos problemas que enfrentam.

Gostaríamos de contar com a participação, o apoio e a crítica dos lisboetas que não se sentem indiferentes ao destino da sua cidade.

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