A electrificação do Ascensor da Glória, que liga a Praça dos Restauradores e o Bairro Alto, foi realizada em 1915, três décadas após a sua inauguração, em 1885. Comemora-se este ano, portanto, um século desde que este transporte, classificado como Monumento Nacional em 2002, deixou de se mover a vapor de água – forma de locomoção que sucedeu à tração por cremalheira e ao cabo equilibrado a contrapeso de água. A beleza do ascensor que sobe e desce a Calçada da Glória, tal como os da Bica e do Lavra e o elevador de Santa Justa, coloca-o a par dos eléctricos como um dos ícones de Lisboa mais procurados pelos turistas.

 

Cada vez mais isso se nota pelo tamanho das filas de espera. Tanto que, por isso, e a par do elevado preço dos bilhetes individuais, os lisboetas quase deixaram de olhar para eles como meios de transporte. O assunto até já mereceu, há pouco mais de um mês, uma moção votada por unanimidade pelo executivo camarário. Numa altura em que a reversão das subconcessões das empresas de transportes públicos de Lisboa e Porto está em cima da mesa – sendo discutida a possibilidade da entrega da Carris, empresa dona dos ascensores, à gestão municipal -, a fotógrafa Paula Ferreira dá-nos o seu olhar sobre esta forma de transporte inequivocamente lisboeta.

 

Fotografias: Paula Ferreira

 

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