URBANISMO

Mercado do Rato vai receber alunos de escolas em obras, nova escola básica e centro de apoio a vítimas de violência

Mercado do Rato vai receber alunos de escolas em obras, nova escola básica e centro de apoio a vítimas de violência

Alguns alunos das escolas básicas encerradas para obras de requalificação, no centro de Lisboa, vão ter aulas em monoblocos escolares no antigo Mercado do Rato. Será uma utilização do espaço temporária, uma vez que o município quer instalar ali um Centro de Atendimento a Mulheres Vítimas de Violência Doméstica e uma nova escola básica do primeiro ciclo. Abandona-se assim projecto de fazer ali parque da EMEL ...
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Urbanismo

URBANISMO

Mercado do Rato vai receber alunos de escolas em obras, nova escola básica e centro de apoio a vítimas de violência

Mercado do Rato vai receber alunos de escolas em obras, nova escola básica e centro de apoio a vítimas de violência

Alguns alunos das escolas básicas encerradas para obras de requalificação, no centro de Lisboa, vão ter aulas em monoblocos escolares no antigo Mercado do Rato. Será uma utilização do espaço temporária, uma vez que o município quer instalar ali um Centro de Atendimento a Mulheres Vítimas de Violência Doméstica e uma nova escola básica do primeiro ciclo. Abandona-se assim projecto de fazer ali parque da EMEL.
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Retirada de cabos das fachadas dos edifícios de Lisboa poderá ser tarefa para demorar muitos anos

Retirada de cabos das fachadas dos edifícios de Lisboa poderá ser tarefa para demorar muitos anos

Desde 2014 que a câmara municipal promete agir contra um fenómeno que contribui de forma decisiva para a descaracterização arquitectónica da capital. O Regulamento de Infraestruturas no Espaço Público, aprovado em 2015, chegou a apontar 31 de Maio de 2017 como data-limite para a retirada das paredes dos prédios dos molhos de fios das operadoras de comunicações e de energia. Mas poucos notarão alguma diferença no que está à vista.
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Contra a aparente inevitabilidade dos contentores, grupo de cidadãos insiste na criação de jardim no Martim Moniz

Contra a aparente inevitabilidade dos contentores, grupo de cidadãos insiste na criação de jardim no Martim Moniz

Enquanto não se conhece a versão final do projecto de requalificação da praça, nem decorre a prometida discussão pública, mantém-se a pressão para que a área não se transforme numa “espécie de centro comercial” a céu aberto. Dando seguimento à exigência feito através de um cordão humano, uma petição quer que, no curto prazo, se transforme a Praça Martim Moniz “numa zona verde onde seja possível relaxar e sentir bem a cidade”.
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“Fazer mais hotéis na Baixa? Não, muito obrigado!”, desabafa o vereador Manuel Salgado

“Fazer mais hotéis na Baixa? Não, muito obrigado!”, desabafa o vereador Manuel Salgado

Colocado ante o desafio do CDS-PP para que aliene o edifício do Museu do Design e da Moda (MUDE), na Rua Augusta, e assim financie projectos de habitação acessível, o vereador não hesitou. “Se é para vendê-lo, para fazer ali mais um hotel, não, muito obrigado!”, disse, dando a entender que até ele já estará farto de tais equipamentos. Há menos de dois anos, porém, o autarca rejeitava de forma liminar a sugestão de suspensão do licenciamento de novos hotéis.
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Moradores da Graça contestam construção de condomínio de luxo em logradouro antes cheio de árvores

Moradores da Graça contestam construção de condomínio de luxo em logradouro antes cheio de árvores

O que era um terreno de 0,6 hectares, densamente arborizado, numa encosta com vista sobre o Tejo, prepara-se para ser cenário de construção de um condomínio de luxo. Algo de que os moradores ficaram a saber, há poucas semanas, quando as máquinas entraram pelo logradouro adentro e derrubaram quase todas as árvores. Depois do choque, mobilizam-se para suspender o projecto.
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Descampados junto à biblioteca de Marvila vão ter jardim e pavilhão em vez de prédios de renda acessível

Descampados junto à biblioteca de Marvila vão ter jardim e pavilhão em vez de prédios de renda acessível

Os espaços verdes propostos pelos moradores de Marvila vão avançar. O presidente da Câmara Municipal de Lisboa (CML), Fernando Medina, promete criar um jardim “mais extenso” do que o sugerido, até ao limite da linha férrea. E admite alargá-lo ainda mais na direcção nascente. Em frente à biblioteca, surgirá um campo de jogos e, nas traseiras, será também construído um pavilhão desportivo. Medina promete desafectar o terreno municipal do Programa Renda Acessível.
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Miradouro de Santa Catarina vai mesmo ser vedado e poderá funcionar todos os dias entre as 7h e as 23h

Miradouro de Santa Catarina vai mesmo ser vedado e poderá funcionar todos os dias entre as 7h e as 23h

Na próxima segunda-feira (11 de Março), a Assembleia de Freguesia da Misericórdia vai votar favoravelmente o projecto de requalificação do Miradouro de Santa Catarina, cabendo a decisão final aos vereadores do município. O vereador dos Direitos Sociais, Manuel Grilo (BE), já tinha prometido, no mês passado, chumbar a proposta, mas a abstenção dos vereadores do CDS-PP, agora avançada a O Corvo, vem desequilibrar as contas e alterar o resultado final. A Junta de Misericórdia deverá assumir a concessão do quiosque, funcionando o recinto entre as 7h e as 23h.
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Contentor-modelo do projecto de requalificação do Martim Moniz pode ser visitado pela população de Lisboa

Contentor-modelo do projecto de requalificação do Martim Moniz pode ser visitado pela população de Lisboa

A partir de segunda-feira (4 de Março), a comunidade local poderá visitar o contentor modelo, instalado na Praça Martim Moniz. A Moonbrigade, concessionária do espaço, diz que quer mostrar que os módulos têm várias potencialidades e podem ser transformados “em muitas coisas diferentes”. “As pessoas projectam uma imagem de um contentor industrial, mas não tem nada a ver com isso”, diz um dos representantes da concessionária. Apesar da vontade em ouvirem a população, garantem que não abdicam da instalação dos contentores.
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O projecto do Martim Moniz ainda não teve a prometida discussão pública, mas já há um contentor ali colocado

O projecto do Martim Moniz ainda não teve a prometida discussão pública, mas já há um contentor ali colocado

Dentro da estrutura, lê-se a frase “um espaço para todos”. Uma mensagem que está a ser interpretada como uma provocação, uma vez que a obra está parada precisamente por a comunidade considerar que o projecto não está desenhado a pensar “em todos”. O responsável pela obra explica que o contentor é “um espaço modelo” para dar a conhecer à população.
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O Corvo nasce da constatação de que cada vez se produz menos noticiário local. A crise da imprensa tem a ver com esse afastamento dos media relativamente às questões da cidadania quotidiana.

O Corvo pratica jornalismo independente e desvinculado de interesses particulares, sejam eles políticos, religiosos, comerciais ou de qualquer outro género.

Em paralelo, se as tecnologias cada vez mais o permitem, cada vez menos os cidadãos são chamados a pronunciar-se e a intervir na resolução dos problemas que enfrentam.

Gostaríamos de contar com a participação, o apoio e a crítica dos lisboetas que não se sentem indiferentes ao destino da sua cidade.

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