Parque das Nações inaugura rua partilhada entre automóveis, peões e bicicletas

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Samuel Alemão

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Parque das Nações

16 Setembro, 2016

O Passeio dos Fenícios, no Parque das Nações, passará, a partir de desta sexta-feira (16 de setembro), a partir das 10h, a funcionar como uma “zona de espaço partilhado” ou de “coexistência”, possibilitando a coincidência de automóveis, peões e bicicletas numa mesma área, sem necessidade de segregação dos espaços de uns e outros. Trata-se de uma experiência-piloto visando o estímulo da mobilidade e a sustentabilidade do espaço público e poderá ser alargada a outras áreas da cidade de Lisboa. O arruamento será um dos três em que a Junta de Freguesia do Parque das Nações porá em marcha tal prática e conta com o apoio de fundos comunitários.

Além da colocação de sinalética impondo uma velocidade limitada de 20 quilómetros por hora a veículos motorizados, a zona de coexistência implica uma série de outras medidas: embelezamento das árvores da rua com peças tricotadas; o reordenamento do parqueamento automóvel; implementação de estacionamento para bicicletas; e a criação de zonas de recreio e lazer para a população, entre as quais a colocação de bancos públicos, a colocação de 30 floreiras para criação de pequenas hortas urbanas / flores e a marcação do chão com sinalização de jogos infantis. A inauguração da zona partilhada integra-se na Semana Europeia da Mobilidade, que se assinala de 16 a 23 de setembro.

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COMENTÁRIOS

  • Rui Sadio
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    Bonitas floreiras para a fotogtrafia a contrastar com todas as outras no Parque das Nações…

  • Rita Reis
    Responder

    o problema é sempre o mesmo: manutenção! Neste caso, e já que trata de uma zona habitacional, era bom que as pessoas tomassem parte activa no processo, e tomassem conta das floreiras. São de todos e cuidar de plantas não custa assim tanto!

  • Carlos Maciel
    Responder

    Parque das Nações inaugura rua partilhada entre automóveis, peões e bicicletas https://t.co/GHyD5CqT2S

  • Tom
    Responder

    Partilhada sempre foi, já que por ser um “passeio” e não uma rua, não tinha áreas segregadas para peões e automóveis. O pior era o abuso por parte de quem trabalha na zona da expo e deixava ali o carro para não pagar.

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