Longe dos olhos dos turistas, ainda existe uma Lisboa que muitos consideram “real”. Uma parte substancial de quem visita a capital portuguesa, aliás, fá-lo com a esperança de ver como é essa forma de vida que alguns chamam “autêntica”. Uma demanda que, no entanto, tem o seu quê de paradoxal: um turismo em constante crescimento afasta tal percepção de autenticidade, tal como o fim do túnel que se persegue num sonho nunca é alcançado. Esta seleção de imagens captadas por Álvaro Suárez Trabanco, fotógrafo espanhol residente em Lisboa, mostra os moradores dos bairros populares da Ajuda e de Alcântara, através do quotidiano das suas coletividades – no caso, a Comissão Unitária de Reformados e Idosos da Freguesia da Ajuda – e hortas – os quintais anexos à Academia de Santo Amaro. “As pessoas são sempre o centro de tudo, só as encontrando é que se encontra a cidade”, afirma o fotógrafo.

 

Fotografias: Álvaro Suárez Trabanco

 

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  • Tuga News
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    [O Corvo] O outro lado da Ajuda e de Alcântara https://t.co/EK6RR43e3m #lisboa

  • Mario Fernandes
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    A “autenticidade” que em Lisboa significa “pobre”, “analfabeta” e “parada no tempo”.

  • Paulo Ramos
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    Belas fotos de uns bairros genuínos onde as pessoas se conhecem e ao contrário de de outros bairros “cultos, literatos, modernos, educados” falam ……. imaginem dão os bons dias conhecem o seu vizinho preocupam-se

  • Paulo Ramos
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    Belas fotos de uns bairros genuínos onde as pessoas se conhecem e ao contrário de de outros bairros “cultos, literatos, modernos, educados” falam ……. imaginem dão os bons dias conhecem o seu vizinho preocupam-se

  • Fátima Lopes Cardoso
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    O outro lado da Ajuda e de Alcântara https://t.co/3Hov8OUfM5

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