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“Pintar Lisboa”, um álbum imaginado por Inês Moura Paes, quer pôr gente de todas as idades a colorir os ícones da cidade.

 

Texto: Rui Lagartinho     Ilustração logótipo: Sofia Morais

 

A quem passa pela Alêtheia, na Feira do Livro de Lisboa, é-lhe estendido um estojo com canetas de feltro e é-lhe indicada a parede lateral do pavilhão que reproduz alguns ícones de Lisboa prontos a serem coloridos. E são muitos, e de todas as idades, os que aceitam pintar manjericos, sardinhas, o Mosteiro dos Jerónimos ou o eléctrico 28. Reproduzem páginas do livro “Pintar Lisboa”.

 

Colorir deixou de ser uma actividade exclusiva das crianças e passou a ser uma terapia indicada para todas as idades. As editoras aproveitaram a onda e o mercado editorial está cheio de propostas variadas, que incluem mandalas e desenhos budistas (editora Planeta) ou o reino animal (editora Jacarandá).

 

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“Nós, na Alêtheia, achámos que Lisboa – que está na moda- e os seus símbolos se enquadravam nesta tendência e, por isso, lançámos o desafio à ilustradora Inês Moura Paes que enchesse um álbum com a sua visão de Lisboa”, explica Alexandra Louro ao Corvo.

 

Por isso, não se espante se hoje (1 de Junho), Dia Internacional da Criança, se cruzar com muitos pais na Feira do Livro de Lisboa, com álbuns para colorir debaixo do braço. Para os mais envergonhados, os filhos são uma excelente desculpa para que toda a família volte feliz ao espírito dos trabalhos manuais.

 

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Será que, a seguir, alguém se vai lembrar dos álbuns de picotar? Das figuras para decalcar? Hoje, dia 1 de Junho, as crianças estão no centro das actividades programadas para a Feira do Livro de Lisboa.

 

Programa em www.feiradolivrodelisboa.pt

 

Pintar Lisboa

Inês Moura Paes 

Alêntheia

 

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