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No dia que é de Lisboa e de Santo António, o que é quase a mesma coisa, o Corvo sugere-lhe alguns livros sobre a cidade à venda na Feira do Livro. Pechinchas e raridades.

 

Texto: Rui Lagartinho      Ilustração: Sofia Morais

 

Comecemos por um intruso, consentido. 13 de Junho é o dia em que nasceu Fernando Pessoa e, por isso, esta é uma oportunidade de comprar a primeira fotobiografia do poeta, da autoria de Maria José Lencastre. Escrita em 1988 e publicada pela Imprensa Nacional – Casa da Moeda, é peça de alfarrabista e custa 40 euros no pavilhão do Armazém 111.

 

Em frente, no Alfarrabista Roma, um livro que esperemos tenha sido útil quando foi publicado, em 1993, e que ainda hoje está actual, face ao muito que há ainda a fazer nesta área. O “Manual de apoio à Reabilitação dos edifícios do Bairro Alto” custa 45 euros.

 

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Na Frenesi, Paulo da Costa Domingues mostra-nos com orgulho uma biografia de Santo António, escrita em 1963, por Alfredo Ferreira Nascimento. O preço, 10 euros, tem sabor a feira.

 

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No pavilhão da Livraria Municipal, há sempre livros em que não reparámos e que esperam por nós. Para os que gostam de andar de cabeça no ar, a obra “Aves de Lisboa” é uma boa escolha.

 

Sobre a ave icónica da cidade, encontramos “São Vicente e os Corvos”. O pequeno álbum foi escrito por João Paulo Cotrim e conta com ilustrações de Alex Gozblau.

 

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Um álbum da década de oitenta cartografa “Os azulejos de fachada de Lisboa”. A tarefa, para quem compre este livro, é verificar quais deles, quase trinta anos depois, ainda estão colados às paredes dos edifícios.

 

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A nossa visita à feira em busca dos traços de Lisboa termina no pavilhão da Quimera. Aí, as estrelas são os livros da olissipógrafa Marina Tavares Dias. A sua série “Lisboa desaparecida” continua a vender bem. Cada um dos nove álbuns custa 19,25 euros, até ao fim da Feira.

 

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