Há 17 guardas-nocturnos em toda a cidade de Lisboa, mas a profissão parece ter os dias contados

REPORTAGEM
Sofia Cristino

Texto

VIDA NA CIDADE

Cidade de Lisboa

5 Novembro, 2018

Vigiam casas e carros, ajudam pessoas perdidas na via pública e previnem assaltos. Já foram centenas, mas agora, são apenas 17 os guardas-nocturnos a patrulhar as ruas de Lisboa. Há um nos Olivais, na Graça, na Penha de França, na Baixa e em Belém, dois em Alvalade, no Areeiro, em Algés e no Lumiar, e quatro em Benfica. Alguns têm mais de 70 anos e não há nenhum com menos de 50, porque a Câmara Municipal de Lisboa (CML) não abre concursos há “dezenas de anos”. Trabalham em colaboração com a polícia, que lhes chegou a ceder armas, mas os custos da profissão são todos pagos do seu bolso. Alguns ganham menos do que o salário mínimo. Dizem que o ofício vai acabar porque há falta de vontade política, a criminalidade baixou e as pessoas preferem alarmes e videovigilância. Quando há assaltos, são os primeiros a chegar e até já deram boleia a agentes da PSP em serviço. O Corvo acompanhou o presidente da Associação Nacional de Guardas Nocturnos numa jornada de trabalho.

Faltam poucos minutos para a meia-noite quando Fernando Rodrigues, 65 anos, guarda-nocturno, chega fardado no seu carro particular à esquadra dos Olivais Sul, quase sem se fazer sentir. Habituou-se a conduzir devagar para que nada lhe escape. Antes de começar mais uma ronda pela freguesia dos Olivais, zona que vigia há 34 anos, assina a folha de presença nas instalações da Polícia de Segurança Pública (PSP) e pergunta sobre as ocorrências no bairro durante o dia. “Não aconteceu nada de especial, está tudo calmo”, diz, enquanto se prepara para começar mais uma noite de trabalho.

 

Debaixo de uma chuva intensa e com os termómetros a marcarem 9 graus, condições meteorológicas que não o dissuadem de andar em manga curta, Fernando retira do interior da viatura duas placas amarelas identificativas da actividade de guarda-nocturno. Cola-as nas laterais do carro e, em segundos, o veículo pessoal transforma-se em carro de serviço. Verifica que tem consigo o telemóvel, um bastão, algemas e uma arma, e testa a lanterna. “Até parece de dia, quando se liga. A lanterna é muito importante, quando a acendo em modo intermitente, os assaltantes ficam desorientados”, conta, apontando para o andar de um prédio, onde se apaga a última luz.

Durante muitos anos, a PSP cedeu armas a estes profissionais, mas, em 2009, foram avisados de que já não poderiam levantar as armas na esquadra. Passou a ser obrigatório terem uma licença pessoal de uso e porte de arma e a utilizarem armas da classe B1, um calibre inferior ao que tinha sido autorizado até então.  Para desempenharem as suas funções, têm de frequentar um curso de formação da PSP para portadores de armas de fogo – apesar de dizerem que este ainda não está regulamentado na lei – e requisitarem uma licença emitida pelas câmaras municipais. Dizem ter gastos na ordem dos 2 mil euros só para ingressarem na profissão. Desde que as armas deixaram de ser facultadas, as despesas aumentaram. Só uma arma custa entre 500 e 600 euros, e a este valor acrescem as despesas com a licença pessoal de uso e porte de arma, seguro de responsabilidade civil, combustível, seguro de acidentes de trabalho, telemóvel, farda e insígnias.

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O automóvel particular converte-se num carro patrulha durante a noite

“Deviam voltar a facultar-nos armas, muitos deixaram de trabalhar por esse motivo e tenho um amigo à espera da licença há mais de um ano. Se vier alguém com um taco de basebol, muito mais comprido que o meu cassetete, não consigo defender-me. Se tiver uma arma, é mais dissuasor”, explica Fernando. O também presidente da Associação Nacional de Guardas-Nocturnos queixa-se de a Câmara Municipal de Lisboa (CML) não abrir concursos públicos para guardas-nocturnos “há dezenas de anos”, de não actualizar o regulamento desta actividade profissional e não a apoiar. “Já que não abrem concursos, podiam dar-nos uma verba, como outras câmaras fazem. A Câmara de Lisboa, a principal do país, não quer saber de nós. Pedimos uma reunião ao António Costa, quando era presidente de câmara, e ainda estamos à espera da resposta. Há muitos anos, a Junta de Freguesia dos Olivais anunciou verbas para os guardas-nocturnos, mas até hoje não apareceram”, critica.

 

É à noite e pela madrugada fora, quando Lisboa dorme, que Fernando Rodrigues, de olhar atento e uma vivacidade que nos faz esquecer que está apenas a um ano de se reformar, vigia a zona dos Olivais. Durante os 34 anos de serviço, já se deparou com as situações mais bizarras – desde um homem a carregar uma porta, acabada de roubar, pela rua, a pessoas de pijama perdidas e desorientadas na via pública -, mas há histórias que não consegue esquecer. “Detive um traficante de droga e ele ficou ofendido por ter sido apanhado por um guarda nocturno”, conta. Lembra-se dos episódios como se fosse hoje, até porque em alguns deles correu perigo de vida. Chegou a ter uma arma apontada e só não morreu porque, quando o assaltante pressionou o gatilho, a patilha de segurança estava accionada. “É uma profissão de alto risco, devíamos ter mais protecção, ando sozinho e se me derem um tiro fico lá”, diz.

 

A noite acarreta mais perigos, mas, nos milhares de quilómetros percorridos ao volante do seu carro, Fernando também encontra pessoas que só precisam de alguém por perto. Os moradores têm o seu número de telemóvel e podem ligar em caso de emergência. Fernando já foi chamado para levantar idosos caídos no chão junto à cama, levou pessoas ao hospital, ajudou moradores perdidos, – que não se lembravam onde moravam – a voltarem a casa, e até já acalmou casais em discussões.

 

 

“O nosso trabalho acaba por ser também o de um psicólogo, acredito que já evitei algumas tragédias. Já ajudei pessoas a levantarem-se, que estavam há mais de uma hora no chão, e, quando a ambulância chegou, já tinha resolvido o problema. Às vezes, a resolução destas situações também tem muito a ver com quem está mais perto”, explica. Há poucos dias, houve uma rotura de água na via pública e também foi o guarda-nocturno que deu conta. “Tinha um pequeno buraco e, se eu não dissesse nada, ficava com um grande buraco”, lembra.

 

Ao percorrer o bairro, feito de subidas e descidas e curvas apertadas, o vigilante da noite abranda mais do que uma vez para contar outra história. As ruas trazem-lhe memórias. Hoje, as encostas em redor estão mais iluminadas, mas nem sempre foi assim. “Lembro-me de entrar aqui com um holofote grande, quando não havia candeeiros. Isto estava tudo escuro e andavam aqui aos tiros quase todos os dias, havia metralhadoras e caçadeiras”, vai contando, quando uma situação suspeita o obriga a parar. Estaciona o carro e, de lanterna em punho, espreita a vedação de uma casa. A cerca foi cortada. São apenas uns centímetros, mas têm vindo a aumentar. Nesta jornada, procura por tudo o que lhe pareça duvidoso, e a experiência deu-lhe a habilidade de antecipar os acontecimentos.

 

Enquanto percorre as ruas do bairro, vai mostrando os atalhos que só ele – e os assaltantes – conhecem. “Já apanhei muitos neste corredor, enfiam-se por aqui e ninguém os vê. E têm muitas formas de escapar”, diz, apontando para os vários pontos de fuga ali existentes. Há trinta anos, ainda havia muitas barracas e outras construções precárias, e era mais fácil vê-las, agora, com a construção em altura da habitação municipal, o guarda só apanhou um ou outro assaltante a descer pelas canalizações. Num ponto mais alto da freguesia, um pouco acima do bairro da Encarnação, há uma ladeira de onde se vê o aeroporto e poucos a conhecem. “Daqui, rapidamente chega-se à Segunda Circular, é bom para fugir. Qualquer pessoa também pode vir aqui e atingir um avião”, alerta, apontando para os aviões a deslocarem. Ali perto, há dois anos, uma mulher foi violada, mas Fernando prefere não entrar em detalhes. “São daquelas situações que preferia nunca saber da existência”, diz. As histórias vão fluindo espontaneamente, e são tantas que uma noite não chega para as partilhar.

 


 

“Uma vez, vi um homem a dormir no carro, já o conhecia e não era habitual. Estava com uma overdose, se não chamasse a ambulância, teria morrido ali. Algumas pessoas disseram-me que nunca iam necessitar dos meus serviços e depois vieram a precisar. Mais tarde ou mais cedo, precisamos todos uns dos outros”, diz. Logo no início da profissão, encontrou uma mulher a passear um recém-nascido a meio da noite. “O bebé estava com falta de ar, levei-os ao hospital. Mais tarde, soube que o bebé podia ter morrido. Anos depois, apanhei um homem a roubar uma mota e quando me dirigi a ele, ofereceu resistência. Uma mulher que estava lá disse para o ladrão se acalmar, porque eu tinha salvo a vida do sobrinho dele”, recorda.

 

Em Lisboa, não deverão haver mais do que dezasseis guardas-nocturnos, mas já chegaram a existir centenas. Alguns, têm mais de 70 anos e não há nenhum com menos de 50. Chegou a existir um carro patrulha, hoje andam com a sua viatura própria. “Quando vim para cá, havia assaltos e tiroteios e todos aderiam. O bairro foi ficando mais calmo e deixaram de precisar de mim, mas não faz sentido deixarem de usufruir dos meus serviços por não haver crimes, porque, ao passar de carro, estou a evitar que aconteçam coisas. Ou, se aconteciam dez vezes, passam a acontecer só uma”, explica. Numa altura em que nunca se falou tanto em reforço do policiamento, mas também de falta de meios da PSP, Fernando queixa-se da desvalorização da profissão. “Arriscamos a nossa vida e não sentimos nenhum reconhecimento. As próprias forças de segurança, por vezes, não têm recursos suficientes para trabalhar e somos nós que ajudamos, já dei boleia a agentes da PSP porque não tinham carro disponível”, conta.

 

À medida que a viagem prossegue, pelas ruas e ruelas de um bairro construído no pós-25 de Abril, Fernando vai explicando quem usufrui dos seus serviços, enquanto aponta para os prédios e vivendas onde se misturam classes sociais. “Deste lado, é um bairro social, dali é classe média. Aqui, ninguém me paga. Ali, naquelas três torres de prédios, já pagaram 66 pessoas, agora são só três”, diz. Estes vigilantes da noite, uma profissão quase em extinção na cidade de Lisboa, não recebem um salário fixo. Os moradores e comerciantes que quiserem usufruir dos seus serviços definem um valor mensal ou trimestral e combinam um dia para pagá-lo ao guarda nocturno.

 

 

O valor pode variar entre um euro e 15 euros, e há proprietários de estabelecimentos comerciais a pagar 60 euros para serem vigiados durante a noite, mas já vai sendo uma excepção. São cada vez mais os que optam por uma contribuição simbólica e, ao final do mês, o guarda nocturno leva para casa um pouco menos do que o salário mínimo. Às vezes, a deslocação a casa dos contribuintes para receber a verba nem compensa. “Faço cerca de 100 quilómetros por noite às voltinhas, e o gasóleo está muito caro. Nunca sabemos como vai ser o mês seguinte, porque, de um dia para o outro, podem não querer mais”, explica.

 

São quatro horas da manhã e surgem os primeiros sinais de vida no bairro dos Olivais – são os funcionários do Aeroporto Humberto Delgado que começam a estacionar. Fernando Rodrigues vigia carros, vivendas, prédios, cafés, restaurantes, uma loja de aluguer de automóveis, mas também olha pela sede da Junta de Freguesia dos Olivais. Pelo resto da cidade, passa-se o mesmo. “Quantas instalações tem a Câmara de Lisboa? Se há guardas nocturnos a circular na rua é evidente que a probabilidade de haver assaltos é menor e a segurança aumenta”, reforça. Hoje, o bairro está muito mais calmo, os crimes baixaram consideravelmente e é comum passar a noite apenas em vigília, como na noite em que O Corvo acompanhou Fernando Rodrigues. “As pessoas deixaram de pagar porque já não ouvem tiros. É a única profissão que conheço na qual quanto mais trabalhamos, menos recebemos, ganho menos do que há dez anos por haver menos assaltos”, diz.

 

O aparecimento de empresas de segurança privada, também contribuiu para a decadência desta classe profissional. Há mais pessoas a preferirem comprar alarmes e câmaras de videovigilância do que a pedir a um guarda para vigiar as suas casas. “Há milhares de alarmes ligados à central das empresas de segurança privada, mas só têm meia dúzia de piquetes. Nós andamos no local, se um alarme estiver ligado ao nosso telemóvel, em dois minutos estamos no sítio do assalto. Quando há assaltos, somos os primeiros a chegar”, garante o também presidente da Associação Nacional de Guardas Nocturnos.

 

 

A 13 de Agosto de 2015, uma alteração ao regime jurídico do guarda nocturno foi muito criticada pela associação profissional do sector. A nova lei previa, entre outras regras, a limitação do uso de armas de fogo e, em caso de atraso na chegada guarda-nocturno às instalações da PSP, este ficaria sujeito ao pagamento de uma coima entre 150 e 750 euros. Fernando Rodrigues acredita que a mudança legislativa pretendia acabar com a profissão e dar lugar aos seguranças privados. Um receio que parece estar a concretizar-se.

 

Ouvido por O Corvo, o presidente da Associação Profissional de Seguranças Privados, Rui Brito, diz que não se pode confundir as funções de um guarda nocturno com as de um segurança privado: o guarda nocturno é responsável por vigiar a via pública e o local de trabalho do segurança privado está confinado a um espaço fechado. Por isso, acredita que as duas actividades profissionais até poderiam funcionar em conjunto. “Estas actividades profissionais podem complementar-se. As pessoas não pesam os prós e contras entre terem um meio humano ou um serviço electrónico activo, ter um guarda nocturno em determinadas situações é muito mais vantajoso do que ter um alarme. O alarme, muitas vezes, é ignorado pelo assaltante e o guarda nocturno consegue dissuadi-lo”, explica.

 

Rui Brito lamenta a pouca importância dada a estes profissionais e enumera alguns motivos para o sector da segurança não ser uma prioridade dos órgãos de poder local. “Há uma falta de informação sobre a verdadeira função do guarda nocturno, faz falta às próprias empresas de segurança saberem o que este profissional faz. Outros motivos para a profissão estar a desaparecer é não existir um salário fixo e a publicidade gigante que existe sobre alarmes. Se o guarda nocturno recebesse uma verba das câmaras municipais, talvez tivéssemos por aí muitos guardas nocturnos”, considera.

 

 

O presidente da Associação de Seguranças Privados diz que as câmaras municipais acabaram por desistir, aos poucos, dos serviços de guarda nocturno porque “os níveis de violência no nosso país são muitíssimo baixos”. Como exemplo da desvalorização dada ao sector da segurança, Rui Brito recorda o episódio de violência ocorrido na discoteca Urban Beach, em Novembro do ano passado, quando foram divulgadas imagens de um homem a ser espancado por um grupo de seguranças. “É preciso acontecerem casos de extrema violência para os municípios reforçarem a segurança. Que formação na área da segurança os municípios deram aos cidadãos ou mesmo aos empresários? Nenhuma. Há uma grande lacuna dos municípios, que descuram a segurança das pessoas ou deixam-nos no último lugar da lista de prioridades”, critica.

 

O licenciamento da actividade de guarda-nocturno compete às câmaras municipais, não tendo as juntas de freguesia nenhuma responsabilidade a este nível. O aumento dos actos de vandalismo, em algumas zonas da cidade de Lisboa, porém, têm levado alguns presidentes de junta a pedirem um reforço do policiamento e até uma transferência de competências. O presidente da Junta da Freguesia da Estrela, Luís Newton (PSD), em depoimento escrito a O Corvo, diz que estas matérias deveriam transitar para a gestão das juntas de freguesia. No início deste ano, a 21 de Fevereiro, foram roubadas ou danificadas viaturas no bairro da Estrela, episódio que pôs o social-democrata mais atento ao que tem sido feito no sector da segurança pública.

 

Na zona do Cais do Sodré, também se apela a mais vigilância. A presidente da Junta de Freguesia da Misericórdia, Carla Madeira (PS), pede “um reforço do policiamento de proximidade”, mas, quando questionada sobre a importância da profissão de guarda nocturno, a autarca diz que a Polícia de Segurança Pública (PSP) é que é a entidade responsável pela segurança em Lisboa. A Junta de Freguesia do Areeiro, onde há, neste momento, dois guardas-nocturnos, acredita que o papel destes profissionais ainda é relevante. “Em certas zonas da cidade é importante reforçar a vigilância e a sensação de segurança, sobretudo junto da população mais vulnerável, como é o caso dos idosos. Os guardas-nocturnos podiam ter um papel activo na prevenção, divulgando comportamentos que reduzissem o risco de serem alvo de crimes, como burlas e roubos”, diz a Junta de Freguesia do Areeiro em depoimento escrito.

 

 

Na Penha de França, há um guarda-nocturno com 60 anos e, por causa dos actos de vandalismo que também têm acontecido nesta zona, a Junta de Freguesia da Penha de França está a estudar a possibilidade de colocar outro guarda no parque de estacionamento da Avenida General Roçadas. “A profissão de guarda-nocturno é relevante, uma vez que é considerada de interesse público e distinta dos serviços de segurança privada, assumindo uma função subsidiária e complementar da actividade das forças de segurança”, diz a junta de freguesia em depoimento escrito.

 

Segundo o que O Corvo conseguiu apurar, reunindo dados das juntas de freguesia e da Associação Profissional de Guardas Nocturnos, neste momento, deverão existir dezassete guardas nocturnos na cidade de Lisboa (um nos Olivais, dois em Alvalade, dois no Areeiro, um na Graça, um na Penha de França, dois em Algés, dois no Lumiar, quatro em Benfica, um na Baixa e um em Belém). O Corvo enviou questões à Câmara Municipal de Lisboa, confrontando-a com as críticas da Associação Nacional de Guardas-nocturnos e qual o motivo para não abrir concursos para o ingresso na profissão, mas, até ao momento da publicação deste artigo, não obteve resposta.

 

O Núcleo de Operações e Informação da Polícia Municipal de Lisboa (PML), responsável pelos guardas-nocturnos, também contactado por O Corvo sobre quantos guardas-nocturnos existem na cidade e se têm conhecimento do motivo pelo qual a Câmara de Lisboa não abre concursos, remeteu as questões para o gabinete de comunicação do município. O Corvo sabe, porém, que a PML começou a fazer um levantamento do número de profissionais a semana passada.

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COMENTÁRIOS

Comentários
  • Luis
    Responder

    Acredito que tenha faltado o GN de Telheiras.

    Excelente artigo 🙂

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