Possuir acesso wireless à internet, ter um contador de eletricidade de telecontagem e estar integrada no concelho de Lisboa são os requisitos básicos para as escolas do 1º Ciclo do Ensino Básico participarem no projeto Eficiência Energética nas Escolas.

 

O projeto, que este ano envolve 20 escolas, tem a ambição não só de cativar para a causa ambiental os miúdos, mas igualmente de poder saltar os muros dos estabelecimentos de ensino, envolvendo a comunidade familiar dos alunos. Este será um dos temas em debate nesta terça-feira (10 de Fevereiro), no Centro de Informação Urbana de Lisboa, organizado pela Lisboa E-Nova – Agência Municipal de Energia e Ambiente.

 

Nas escolas que participam no projeto, é instalado um ecrã que permite à comunidade escolar visualizar, em tempo real, os consumos de eletricidade, de forma a monitorizar a qualidade do ambiente – seja a humidade relativa, a temperatura ou o CO2. Isto é utilizado como elemento pedagógico para melhorar a compreensão dos fenómenos energéticos, através de jogos e vídeos.

 

Neste processo, serão mensalmente elaborados relatórios de avaliação, tendo em vista reduzir os consumos energéticos, identificando assim eventuais excessos.

 

O envolvimento da comunidade exterior ao estabelecimento escolar dá-se através da adesão voluntária dos encarregados de educação e dos professores. Em ambos os casos, terão nas suas residências um equipamento de telecontagem. Este permite, segundo os organizadores, acesso ao acervo documental sobre os consumos, no âmbito do projeto “Contadores Inteligentes para Decisões Eficientes”.

 

No processo de sensibilização dos consumos energéticos junto da jovem população escolar participam as escolas públicas do 1º Ciclo do Bairro do Armador, Padre José Manuel Rocha e Melo, Jorge Barradas, Alta de Lisboa, do Lumiar – Alto do Faia, Prof. José Salvado Sampaio, São José e Rosa Lobato Faria, Homero Serpa, enquanto o ensino privado conta com as escolas Infante D. Henrique, Academia  de Música de Santa Cecília, Externato do Parque, São José, Colégio Cesário Verde, Maristas de Lisboa, Pedralvas, Valsassina. As instituições particulares de solidariedade social participantes são o Jardim Escola João de Deus (Olivais, Alvalade e Estrela).

 

Texto: Mário de Carvalho

Deixe um comentário.

This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.

O Corvo nasce da constatação de que cada vez se produz menos noticiário local. A crise da imprensa tem a ver com esse afastamento dos media relativamente às questões da cidadania quotidiana.

O Corvo pratica jornalismo independente e desvinculado de interesses particulares, sejam eles políticos, religiosos, comerciais ou de qualquer outro género.

Em paralelo, se as tecnologias cada vez mais o permitem, cada vez menos os cidadãos são chamados a pronunciar-se e a intervir na resolução dos problemas que enfrentam.

Gostaríamos de contar com a participação, o apoio e a crítica dos lisboetas que não se sentem indiferentes ao destino da sua cidade.

Samuel Alemão
s.alemao@ocorvo.pt
Director editorial e redacção

Daniel Toledo Monsonís
d.toledo@ocorvo.pt
Director executivo

Sofia Cristino
Redacção

Mário Cameira
Infografías 

Paula Ferreira
Fotografía

Margarita Cardoso de Meneses
Dep. comercial e produção

Catarina Lente
Dep. gráfico & website

Lucas Muller
Redes e análises

ERC: 126586
(Entidade Reguladora Para a Comunicação Social)

O Corvinho do Sítio de Lisboa, Lda
NIF: 514555475
Rua do Loreto, 13, 1º Dto. Lisboa
infocorvo@gmail.com

Fala conosco!

Faça aqui a sua pesquisa

Social Media Auto Publish Powered By : XYZScripts.com