Deixou de ter efeito a providência cautelar apresentada pelo dono dos prédios da Rua do Benformoso, a contestar a utilidade pública das expropriações. O Tribunal Administrativo do Círculo de Lisboa deu razão à Câmara de Lisboa, que alega “inquestionável interesse público”. A decisão foi conhecida a 21 de julho e, no dia seguinte, a autarquia ainda fez uma proposta informal de indemnização do proprietário. Mas António Barroso diz que a mesma está ainda muito abaixo do que considera ser justo. Por isso, vai continuar a contestar o processo e promete resistir, se o tentarem despejar.

 

Texto: Samuel Alemão

 

A Câmara Municipal de Lisboa (CML) viu ser-lhe dada razão, pelo Tribunal Administrativo do Círculo de Lisboa, na contestação que fez à providência cautelar interposta pelo proprietário de dois prédios expropriados na Mouraria, onde deverá nascer a nova mesquita da comunidade islâmica do Bangladesh. Isto significa que, a partir de agora, e independentemente dos outros procedimentos legais que correm em paralelo neste intricado caso, a autarquia poderá, a qualquer momento, levar por diante o despejo e a demolição dos imóveis situados na Rua do Benformoso. Mas o seu dono, António Barroso, não se conforma e diz ao Corvo que vai recorrer da decisão.

 

No centro do desentendimento entre ambas as partes – iniciado em 2013, mas cuja face mais visível apenas foi revelada em Outubro de 2015, quando se conheceram os montantes de indemnização – está o valor que a câmara propõe pagar pelos prédios. Aquando da sua primeira proposta, a autarquia ofereceu 531.850 euros pelos dois edifícios deste empresário, que considerou, desde logo, o montante “irrisório” face ao que estima ser aquilo a que terá direito: uma verba a rondar os 1,98 milhões de euros. António Barroso sempre disse que, além do valor de mercado dos imóveis, há que contabilizar também perdas relacionadas com a cessação dos arrendamentos, com os quais amortiza o investimento feito na reabilitação dos prédios comprados em 2009.

 

Mas as partes não chegaram a entendimento. A falta de acordo levou a que a edilidade liderada por Fernando Medina decidisse, em Abril passado, avançar para a tomada de posse administrativa dos prédios, invocando utilidade pública na construção da nova Praça da Mouraria, sobre a qual será edificado o templo muçulmano. Acto de que o proprietário e seus inquilinos foram notificados a 23 de maio. Dois dias depois, a 25 de maio, ficava-se a saber que o Tribunal Administrativo de Círculo de Lisboa havia aceite a interposição de uma providência cautelar decretando a suspensão da declaração de utilidade pública da expropriação, com carácter urgente, de três edifícios – dois dos quais são de António Barroso.

 

Agora, e depois de, a 8 de junho, a CML ter apresentado e aprovado em reunião de executivo – apenas com a abstenção do vereador do CDS-PP – uma resolução fundamentada para travar a providência cautelar interposta pelo dono dos dois imóveis (que têm números 145/145A/151A e 151B da Rua do Benformoso), o referido tribunal veio mostrar-se sensível à argumentação aduzida pela câmara municipal, que alega “inquestionável interesse público” do projecto. Isto significa que a providência cautelar que suspende a declaração de utilidade pública da expropriação deixou de produzir efeito. Decisão de que António Barroso e a sua advogada foram informados a 21 de julho e da qual o proprietário pretende recorrer. “Vou contestar, se não perco a razão”, diz ao Corvo.

 

Neste momento, e não havendo um acordo de última hora entre as partes, a câmara tem todos os elementos de que necessita para despejar António Barroso e demolir os imóveis. Para o fazer, a CML está apenas obrigada a depositar à ordem do tribunal os 613.700 euros de montante estipulado como valor justo de indemnização, pelo tribunal arbitral criado para dirimir este conflito. O referido valor – que contrasta com a tal proposta inicial de indemnização de 531.850 euros – resulta da soma da parcela de 129.500 euros para compensar a expropriação de um dos imóveis e de 484.200 euros referente a um outro.

 

Mas, mesmo depois desta decisão do tribunal arbitral, a autarquia lisboeta ainda apresentou uma proposta que seria mais próxima do valor pedido pelo senhorio. E fê-lo logo a 22 de julho, dia seguinte à tomada de conhecimento da derradeira decisão do tribunal administrativo. A mesma não foi, porém, aceite. Pela posse dos dois prédios, a CML oferecia o pagamento de 953.800 euros, dos quais haveria ainda que deduzir 90.700 euros de indemnizações para os inquilinos: um restaurante, uma agência de viagens e um centro de telecomunicações. Isto significaria que António Barroso ficaria com 863 mil euros, ou seja, montante ainda bem distante dos quase dois milhões reclamados como justa compensação.

 

 

  • Luís Leite
    Responder

    Um escândalo absolutamente inaceitável !

    • Henrique Soares dos Reis Duarte de Oliveira
      Responder

      Absolutamente.
      Um templo religioso que é construído não por iniciativa do credo mas sim do executivo municipal que se diz laico. Iniciativa de um orgão público laico.

      E os juízes do tribunal (como se chamam?) a serem coniventes com esta palhaçada.

  • Francisco Braz Teixeira
    Responder

    Uma vergonha. Que erro colossal de gente

  • Nuno Fox
    Responder

    Primeiro avança a construção da mesquita, amanhã chega o financiamento da Arábia Saudita exportando em contrapartida o seu islamismo extremista, depois de amanhã toda a zona à volta é terreno conquistado e começa o terror sobre os portugueses. É exatamente isto que aconteceu em Bruxelas onde resido. Razão única: a estupidez extrema e irresponsabilidade dos governantes!

  • Cláudia Fernandes
    Responder

    comentários de pessoas que desconhecem a já existência de mesquitas em lisboa. lulz como se esta nova a ser construída fosse a única na cidade. só que não.

    • Carlos Lopes
      Responder

      Para os “distraídos”: http://halal.pt/myihp/locais-de-culto/

    • São Lopes
      Responder

      Mas destruir edifícios num bairro com história? Isso é que está em causa, a demolição naquela zona. Haverão com certeza outros locais para construir até 2 mesquitas (ou igrejas) se quiserem! As pessoas têem direito ao culto religioso, mas também têem o dever de preservar a identidade cultural e histórica da sua cidade.!

      • Henrique Soares dos Reis Duarte de Oliveira
        Responder

        Absolutamente.
        A CML há dois anos exigiu que o proprietário nem tocasse nos azulejos. Agora diz que é para ir tudo abaixo!
        É o cumulo do sem vergonha.

        O responsável maior, além do Medina, é o vereador do urbanismo, o Manuel Salgado, que tem um comportamento prepotente e é responsável por esta miserável iniciativa.

    • São Lopes
      Responder

      Sou contra qualquer demolição ou “requalificação” duvidosa nos centros históricos! Lisboa já foi demasiado esquartejada.

    • Cláudia Fernandes
      Responder

      sim, porque aquela zona sempre foi local de passeio familiar de domingo, para admirar o património “histórico” dos prédios devolutos. principalmente a rua do bem formoso. LOL

      • Henrique Soares dos Reis Duarte de Oliveira
        Responder

        O valor patrimonial não é medido pelo número de mirones ou turistas.

        Isso é elementar, não queria estar a insultar a sua inteligência, mas o seu comentário exigiu.

    • Paulo Soares
      Responder

      São Lopes conhece o projeto? Aconselho a ver o projeto talvez mude de opinião

    • Jota
      Responder

      Que comentário…

  • Marijonecas Duarte
    Responder

    Que gente estupida! E nós a pagar isto!

  • Maria De Fatima Martins
    Responder

    Não existe já uma mesquita em Lisboa? Bem grande, por sinal… qual é a necessidade de construir mais mesquitas??? É necessário outro tipo de infraestruturas em Lisboa, com uma populacao envelhecida alguém se preocupa em fazer algo em prol dos mais velhos? Assim os cidadãos das várias religiões seriam todos beneficiados…

  • Vítor Carvalho
    Responder

    Infelizmente, o preconceito, a demagogia, o populismo, o disparate e muita ignorância pelo meio, ainda imperam entre nós. As decisões dos tribunais, quer concordemos ou não com elas, são para se respeitarem e neste caso a justiça deu razão à CML. Por outro lado, a Câmara tentou até à última chegar a um acordo com a pessoa em causa aumentando os valores da indemnização, valores esses que continuaram a não ser aceites pelo dito proprietário que se arrisca agora a ser expropriado sem apelo nem agravo, tomando a Câmara a posse administrativa do prédio. Quem tudo quer… O senhor quer quase 2 milhões de euros por um edifício velho numa zona degradada como a do Intendente?… Só pode estar a brincar.

    • Helena Confusão
      Responder

      Sr. vitor, 2 milhoes acho mesmo um exagero, mas eu li em algum lado que o que a cml quer dar ao proprietário, não chega sequer para comprar um apartamento na mesma zona…

    • Vítor Carvalho
      Responder

      Helena Confusão Segundo a notícia do Corvo, a última proposta da CML foi de 953 mil euros. Se acha que este valor não chaga para adquirir um andar na zona… É a ganância a falar mais alto.

    • São Lopes
      Responder

      Mas quando é que um bairro histórico tem preço? Nada disso está em causa, mas sim a demolição de mais um pedaço de vverdadeira Lisboa.

    • Vítor Carvalho
      Responder

      São Lopes Não exagere por amor de Deus! Desde quando é que a rua do benformoso é um “bairro histórico”? Acha que demolir um edifício é demolir “um pedaço da verdadeira Lisboa”? Enfim…

      • Carlos
        Responder

        Mas porque raio de razão são utilizados dinheiros públicos? Será que a CML não tem onde gastar as verbas? Uma cidade com centenas de sem abrigo e milhares de buracos nas estradas.
        Construam a Mesquita mas paguem. Esta é uma autarquia que se dá ao luxo de ter uma EMEL que pode colocar marcações de estacionamento em locais proibidos de acordo com o código da estrada, que faz obras perfeitamente estúpidas como por exemplo a da Av fontes Pereira de Melo que já precisa de reparação e ainda nem foi inaugurada. É devido a pessoas com o sr que defendem as políticas desde que exercidas pelos da sua cor que este país não sai da estagnação

    • Henrique Soares dos Reis Duarte de Oliveira
      Responder

      O edifico é propriedade privada e o dono faz o preço que entender.
      É assim que as coisas são.
      Só paga quem quer.
      Se acham caro, não compram.
      Isto é elementar, mas parece que precisa de ser exolicadao a algumas pessoas…

      Miserável é a CML não concordar com o preço, e expropriar para pagar o que quer!!

      Com o argumento de urgência e superior interesse.

      Vergonha maior é não ter vergonha.

    • Helena Confusão
      Responder

      Vítor Carvalho é bastante dinheiro sim senhor. Mas olhe que o senhor é proprietário de 2 prédios que foram reabilitados em 2009 e com o valor oferecido, naquela zona, é dificil comprar um único apartamento, quanto mais um prédio modesto… Não só perde o investimento que fez, como perde a fonte de rendimento que são as rendas. O que não cabe na cabeça é haver tanto prédio devoluto não muito longe dali e preferirem lesar alguém.

    • Antonio Barroso
      Responder

      Senhor Vítor Carvalho normalmente não respondo a comentários porque penso que as pessoas devem ter direito há sua opinião,mas o senhor insiste na mesma,por isso vou explicar ao senhor o seguinte:
      Os prédios em questão não estão em mau estado estão todos reconstruidos e habitáveis.
      E trata-se de um prédio com rés do chão,1º-2º e 3ºandar,cada andar por volta dos 100 m2 mais outro prédio com cave e rés do chão no total de 134 m2.
      Em primeiro lugar a Câmara Municipal ao fazer esta proposta negou-se a fasê-la por escrito-pois queria que fosse eu a indemnizar os meus inquilinos e a expulsá-los dos seus lugares de trabalho,eu não tenho nada contra os meus inquilinos
      e não tenho que fazer o trabalho sujo pela câmara,queriam também que fosse eu a despejar o edifício e entregar as chaves ou seja era eu que ainda tinha que fazer todo o trabalho-e depois ir viver na rua.
      Ou seja só falta pedirem-me para me suicidar.
      Quanto á minha ganância eu não vou responder ao senhor,pois sempre fui bem educado para toda a gente,mas digo ao senhor se tiver alguns prédios disponíveis na zona para vender no estádo em que os meus se encontram,pelo preço que a câmara quer pagar pelos meus,não hesite diga.
      Pela suas atitudes penso que o senhor deve ser muçulmano,o que eu não tenho nada contra,os meus inquilinos,são muçulmanos os meus vizinhos na sua maioria são muçulmanos,e são eles próprios que me dizem que o Islão não permite que para construir uma mesquita tenham que demolir a casa de alguém.
      Tenho ajudado algumas famílias de muçulmanos Bangladeshes
      de diversas formas,como paga tenho um prejuizo de 15 mil euros,
      mas não me queixo.
      Neste processo não estou contra ninguém,apenas estou a defender das injustiças que a Cãmara Municipal de Lisboa me está a fazer a mim e aos seus inquilinos.
      Cumprimentos
      A.Barroso

      • Carlos
        Responder

        Senhor António Barroso tem em mim um apoiante incondicional. Avance com um abaixo assinado não desista.

      • Paulo
        Responder

        Defendo a sua posição, para além de reconhecer que o valor da indemnização proposto pela proposto pela Câmara é ridículo oponho-me á legitimação da prepotência da câmara por motivo de “inquestionável interesse público”.
        Como pode ser de “inquestionável interesse público” construir um centro de culto com dinheiros públicos e defender o interesse publico do mesmo quando o projecto que foi aprovado pela edilidade prevê duas salas separadas de culto em função do gênero, como é possível na nossa sociedade aprovar um projecto que promove a segregação de gênero e chamar a isso “inquestionável interesse público” ?????????

      • Paula
        Responder

        Sr. António,
        existe um prédio bem perto que infelizmente a senhoria não prolongou o contrato a uma família que viveu durante mais de 40 anos naquele prédio, tudo porque a ganancia do dinheiro fala mais alto, ainda se encontra vazio há espera que o comprem, e é enorme. Qualquer informação dou-lha via mensagem pessoal do Facebook
        Lute sempre pelos seus direitos, não deixe que uns imbecis da CML façam o que querem.
        Cumprimentos
        Paula Gomes

    • Jose Luis Andrade
      Responder

      Muito bem tem toda razão

    • Jota
      Responder

      Sr. Vitor Carvalho, conhece o local e os prédios? Pois de certeza que não, caso contrario não teria feito este comentário. Não fale sem conhecer a realidade. Os prédios em causa estão completamente remodelados e com autorização da CML e com a presença permanente de engenheiros da CML. A avaliação bancária está muito perto dos 2 milhões e a CML e o tribunal não está a tratar o problema com justiça, nem sequer imagino porquê. Alem do mais, a rendibilidade dos espaços comercias ultrapassa os 2500€ por mês. Agora justifique-me que razão de justiça é esta. Não tem conhecimentos, não emita opinião!

    • Isabel V
      Responder

      Vítor Carvalho, e num país que se diz laico, em que os socialistas adoram usar como bandeira, expropria-se, para a CML (com o dinheiro dos contribuintes) construir uma mesquita para a comunidade islâmica do Bangladesh… Bravo !! O “XUXALISMO” no seu melhor !!! … E depois venham-me falar em demagogia e populismo… Só pode estar a brincar !!!

    • Antonio Barroso
      Responder

      Sr Vitor Carvalho já tinha dado por encerrado o meu diálogo consigo,mas depois de verificar
      que o senhor é um autarca da cidade de Lisboa,pois faz parte da Junta de Freguesia de Arroios,
      como 1º secretário.
      Junta de Freguesia liderada por Margarida Martins que segundo informação que tenho dos seus moradores tem feito um bom trabalho,por essa razão sinto alguma tristeza pela forma como o senhor fala do meu assunto(nova mesquita da mouraria).
      Assim venho recordar o que o senhor escreveu em 14/4/2013 quando publicou um álbum de Fotografias de Lisboa Antiga(A perpetuação da memória é algo que nunca devemos perder;faz parte da história de cada um de nós e neste caso ,também da cidade de Lisboa.
      Quanto á rua do Benformoso não ser um lugar histórico só lhe lembro que o prédio do nº 101 foi o único que resistiu ao terramoto,por essa razão consta em muitos roteiros turísticos.
      Mais uma vez está demonstrado como um politico promete na campanha e como actua depois de eleito.

  • Helena Confusão
    Responder

    Câmara Municipal de Lisboa por favor, reconsiderem a situação! nada contra mesquitas! só mesmo contra o facto de terem de despejar pessoas a troco de quase nada, havendo tanto prédio abandonado!

  • Luis Nogueira
    Responder

    Que vergonha

  • Responder

    Porque nao a faz ao pe da sua porta (do Medina, claro) en Picoas?

    • São Lopes
      Responder

      Seja mesquita, igreja, centro comercial, o que for, há muito espaço pela cidade que permite a construção sem destruir parte da nossa identidade cultural.

      • Henrique Soares dos Reis Duarte de Oliveira
        Responder

        Absolutamente de acordo.

  • Rui Filipe Sampaio
    Responder

    Mais um grande passo a caminho do califado “al andaluz” com dois sponsors de relevo: cmlisboa e arabia saudita (ISiS). São os ciclos da historia, uns perdem, outros ganham.

  • Vitor Ramos
    Responder

    Inadmissível! Lá fora destroem igrejas e nós aqui construímos mesquitas! Já agora um referendo…

  • Fernanda Oliveira
    Responder

    Pelo jeito lá é como aqui. Não preservam o passado. Que pena.

  • Manuel Oliveira
    Responder

    Não há outras palavras se não insultos. Quem vai receber por isto? Só pode ser por dinheiro porque racionalidade não há nenhuma. A maior câmara do país é a pior. Não têm vergonha na cara em especial o alucinado que se faz passar por presidente.

  • Leonor Morais Vasconcelos
    Responder

    O Estado português é laico! Não tem de andar a construir igrejas nem mesquitas.

  • Jose Luis Andrade
    Responder

    Vocês só falam da mesquita mas não se esqueçam que vai ser um novo jardim com bancos para as pessoas dês ansarem será também a ligação do benformoso com a rua da palma e tambem um centro cultural não si preucupes a mesquita será pequena e arquitectura será discreta tipo ziza viera estou muito feliz com esta obra sou morador do bairro e só tenho que agredecer aos emigrantes que investiram no bairro abriram lojas alugaram casas e de certa maneira limparam com Muito violência asaltos quem viu o bairro e quem vê hoje nota a diferença eu noto porque vivo no bairro tem muita gente que só falam merdas mas vivem em bairros chiques

    • Paulo
      Responder

      Já viu o projecto?? duvido, veja as áreas e depois fale…

  • Jose Luis Andrade
    Responder

    A cumunidade islâmica e que vai pagar a mesquita a cml paga o jardim centro cultural e as obras mas mesquita não vocês são uma canbada de racistas intolerantes ricos e com má formação

    • Paulo
      Responder

      Mais uma vez viu a ata que foi aprovada? claro que não…
      A câmara vai pagar 100% a construção da mesquita sendo responsável pela mesma, à comunidade do Bangladesh compete pagar o projecto (já pago) e os acabamentos da mesquita (duvido que tenha o dinheiro para tal).
      Qual legitimidade tem uma pessoa que mente de chamar nomes aos outros??

    • Bruno
      Responder

      Não estamos nas arábias, cidadão. Se gosta do islão, então procure um país que corresponda ás suas necessidades. Portugal não precisa das minorias, as minorias precisam de Portugal. Não vamos mudar os costumes ou usar dinheiros públicos para financiar uma ideologia que causa mortos por onde passa, não interessa o quão alto vocês hipócritas gritem “racismo”.

  • Maria Pereira
    Responder

    WTF

  • João Filipe Sa Pinto
    Responder

    Fdp

  • João Filipe Sa Pinto
    Responder

    So espero q alguem tenha a decencia de parar este erro crasso , mesquitas em portugal ???? Mas tá tudo maluco!

  • Rui Martins
    Responder

    Não Gosto
    (e foi muito mal explicado sendo um autêntico pesadelo de relações públicas com um impacto social que… https://t.co/2M8hVrlcEk

  • Vital
    Responder

    Não percebo qual é o interesse da câmara para construir mesquitas quando o mundo muçulmano ignora as tradições i valores europeios i nem sequer construí igrejas nos estados muçulmanos i nos devemos fazer o mesmo , o mundo muçulmano e muito diferente i nunca conseguirá integrar na nossa sociedade ,os resultados já se vem i isto é só início.

  • Pedro Prola
    Responder

    Câmara de Lisboa com luz verde para fazer demolições para poder construir mesquita https://t.co/ErelCN28QL

  • zinga
    Responder

    Atirem unas bifanas de porco para os terrenos expropriados!

  • Maria Sá
    Responder

    Talvez seja melhor as pessoas indignarem-se nos sítios certos. Petições, mails para o Medina e Salgado,etc

  • Crente no bem
    Responder

    Quem apoia o islam está a atacar a própria família. Isso é coisa de loucos e monstros, mas por vontade própria.

  • Revelador Divino
    Responder

    Em verdade, quem é muçulmano é criminoso!
    Em verdade, quem apoia islam é criminoso!
    Em verdade, quem não ataca o islam é criminoso!
    E é criminoso seja em que lei for. E se for pela “lei” do islam, não tem a mínima salvação.
    Lembrar que tudo, mas mesmo tudo no islam está ao serviço do mal e só do mal.
    A verdade também é que o islam é muito hábil e ardiloso a enganar tolos parolos e ingénuos. mohammad, até disse que o seu allah era o maior enganador e o maior em tudo o que fosse ruim, e só nisso.
    A frase “allahu akbar”, já quer dizer isso mesmo e é a que mais orgasmos provoca nos muçulmanos.
    Lembrar também que são falsos, logo criminosos:
    o testemunho de fé do muslim, em verdade nada testemunham
    a capa do corão, pois só conta o que maomé disse e fez.
    todo o corão, maomé nunca o teve ou quis ter, nem quando foi ao falso paraíso.
    o símbolo do islam, é o que mais insulta os muslim, mohammad, aquele gibrile e aquele allah.
    a arquitectura das mesquitas clássicas, pois até a mesma foi roubada aos Cristãos.
    o gesto de o porem o dedo no ar, também foui roiubado aos outros, deturpado e posto ao serviço do mal.
    E tudo o mais no islam, Pois tudo no islam está ao serviço d efalsidades para justificar as piores barbaridades.
    A verdade, é que o islam é tão maligno que se aproveita até da igenuidade dos muslim para pouco a pouco os enganar de todo, os levar a defender e justificar o indefensável e injustificável e a desgrçar os outros e a si próprios.
    Todas as mesquitas islâmicas contribuem para isso, assim como tudo o mais no islam.
    É verdade, que muslim ainda pode ter outras influêcias culturais, ainda num ou noutro assunto pode parecer gente, mas a evrdade é que enqaunto muslim já está condiconado manipulado controlado subjugado sequestrado pela engandora maligna e criminosa componente islâmica, à qual tem que obedecer, servir e seguir e à qual não pode begar questionar ou alterar.
    A verdade, é que apoiando seja o que for que seja islâmico, além de se estar a fazer mal a si próprio também se está a contribuir para que os islâmicos façam ainda mais mal entre si.
    para que se saiba, muitas verdades sobre o engandor e maligno islam, já são conhecidas de muitos muslim, e nem um só ousou desmentir uma única. Com isso só as confirma e aprovam.
    O Divino das verdades, que no islam, não existe, mas fora do islam, existe e poderosas são as suas verdades e palavras.
    Falando numa linguagem que todo o muslim devia entender, agradecer e pedir por mais, tudo o que dizemos está indicado no corão islâmico actual e está escrito e desenhado em infinitas sagradas bibliotecas de infinitos sagrados alcorões, nomeadamente no sagrado alcorão da verdade, que também no ilam não existe, mas que fora do islam, existe e é infinito.

  • Revelador Divino
    Responder

    Quem vê o mal e nada faz para o evitar é cúmplice moral e material do mesmo.

  • Revelador Divino
    Responder

    (corrigido)
    Em verdade, quem é muçulmano é criminoso!
    Em verdade, quem apoia islam é criminoso!
    Em verdade, quem não ataca o islam é criminoso!
    Quem vê o mal e nada faz para o evitar é cúmplice moral e material do mesmo.
    E é criminoso seja em que lei for. E se for pela “lei” do islam, não tem a mínima salvação.

    Lembrar que tudo, mas mesmo tudo no islam está ao serviço do mal e só do mal.
    A verdade também é que o islam é muito hábil e ardiloso a enganar tolos parolos e ingénuos. mohammad, até disse que o seu allah era o maior enganador e o maior em tudo o que fosse ruim, e só nisso.

    A frase “allahu akbar”, já quer dizer isso mesmo e é a que mais orgasmos provoca nos muçulmanos.
    Lembrar também que são falsos, logo criminosos:
    o testemunho de fé do muslim, em verdade nada testemunham
    a capa do corão, pois só conta o que maomé disse e fez.
    todo o corão, maomé nunca o teve ou quis ter, nem quando foi ao falso paraíso.
    O símbolo do islam. É o que mais insulta os muslim, mohammad, aquele gibril e aquele allah.
    A arquitectura das mesquitas clássicas, pois até a mesma foi roubada aos Cristãos.
    O gesto de o porem o dedo no ar, também foui roubado aos outros, deturpado e posto ao serviço do mal.
    E tudo o mais no islam, Pois tudo no islam está ao serviço de falsidades para justificar as piores barbaridades.

    A verdade, é que o islam é tão maligno que se aproveita até da igenuidade dos muslim para pouco a pouco os enganar de todo, os levar a defender e justificar o indefensável e injustificável e a desgraçar os outros e a si próprios.

    Todas as mesquitas islâmicas contribuem para isso, assim como tudo o mais no islam.

    É verdade, que muslim ainda pode ter outras influências culturais, ainda num ou noutro assunto pode parecer gente, mas a verdade é que enquanto muslim já está condiconado manipulado controlado subjugado sequestrado pela engandora maligna e criminosa componente islâmica, à qual tem que obedecer, servir e seguir e à qual não pode negar questionar ou alterar.

    A verdade, é que apoiando seja o que for que seja islâmico, além de se estar a fazer mal a si próprio e aos seus e aos outros, também se está a contribuir para que os islâmicos façam ainda mais mal entre si.

    Para que se saiba, muitas verdades sobre o engandor e maligno islam, já são conhecidas de muitos muslim, e nem um só ousou desmentir uma única. Com isso só as confirmam e aprovam.

    Em verdade, O Divino das verdades, que no islam, não existe, mas fora do islam, existe, é mesmo o maior, nomeadamente o maior falador, revelador, orientador, e poderosas são as suas verdades e palavras, contra a s quais muslim algum consegue marrar, muito menos negar ou ignorar.

    Falando numa linguagem que todo o muslim devia entender, agradecer e pedir por mais, tudo o que dizemos está indicado no corão islâmico actual( maomé até misturou algumas verdades para mais habilmente engnar), e está escrito e desenhado em infinitas sagradas bibliotecas de infinitos sagrados alcorões, nomeadamente no sagrado alcorão da verdade, que também no islam não existe, mas que fora do islam, existe, é infinito e poderosas são as suas palavras e verdades.

  • Ricardo Coração de Leão
    Responder

    Em 2017 votem noutro partido que não faça parte da gerigonça

  • Jose Luis Andrade
    Responder

    Tanto ódio tanta intolerância eu moro na rua do bemformoso e só tenho a dicer uma coisa obrigado aos emigrantes por alugar em casas lojas restaurantes e dar vida a esta rua finalmente acabaram se os assaltos as sírigas com sangue a prostituição decadente o tráfico de drogas hoje já posso sair passar a noite na minha rua os que criticam vi em bairros caros só sabem mandar postas de pescada pro ar não si esqueçam que somos discriminados nos países mas ricos da europa somos europeus de segunda a minha irmã já levou bofetadas em Londres por ser portuguesa e porque esta a tirar trabalho a eles os ingleses

    • Paula
      Responder

      Nasceu na Mouraria?
      Só vive na Mouraria!
      O que sabe a respeito de quem Nasceu, cresceu na Mouraria?
      Vou lhe dar uma informação extra:
      Os assaltos não são feitos por moradores do Bairro, mas sim dos que vem de fora, os toxicodependentes saíram dai, juntamente com a prostituição, por isso acabaram os assaltos.
      Não defenda aquilo que não sabe, lei a acta da CML, e depois comente a construção da Mesquita que só vai custar aos bolsos dos contribuintes 3 milhões de euros.

  • Veritas
    Responder

    JOSE LUIS ANDRADE, não estás a negar a enganadora e criminosa doutrina islâmica.

Deixe um comentário.

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Fica a saber como são processados os dados dos comentários.

O Corvo nasce da constatação de que cada vez se produz menos noticiário local. A crise da imprensa tem a ver com esse afastamento dos media relativamente às questões da cidadania quotidiana.

O Corvo pratica jornalismo independente e desvinculado de interesses particulares, sejam eles políticos, religiosos, comerciais ou de qualquer outro género.

Em paralelo, se as tecnologias cada vez mais o permitem, cada vez menos os cidadãos são chamados a pronunciar-se e a intervir na resolução dos problemas que enfrentam.

Gostaríamos de contar com a participação, o apoio e a crítica dos lisboetas que não se sentem indiferentes ao destino da sua cidade.

Samuel Alemão
s.alemao@ocorvo.pt
Director editorial e redacção

Daniel Toledo Monsonís
d.toledo@ocorvo.pt
Director executivo

Sofia Cristino
Redacção

Mário Cameira
Infografías 

Paula Ferreira
Fotografía

Margarita Cardoso de Meneses
Dep. comercial e produção

Catarina Lente
Dep. gráfico & website

Lucas Muller
Redes e análises

ERC: 126586
(Entidade Reguladora Para a Comunicação Social)

O Corvinho do Sítio de Lisboa, Lda
NIF: 514555475
Rua do Loreto, 13, 1º Dto. Lisboa
infocorvo@gmail.com

Fala conosco!

Faça aqui a sua pesquisa

Social Media Auto Publish Powered By : XYZScripts.com