À imagem do que tem sucedido aos fins-de-semana e no período das férias escolares, a Avenida da Ribeira das Naus ficará interdita à circulação automóvel durante a quadra natalícia. Da próxima terça-feira, 16 de Dezembro, até ao dia 5 de Janeiro, a renovada faixa ribeirinha entre o Cais do Sodré e o Terreiro do Paço estará reservada aos peões e aos ciclistas, anunciou a Câmara Municipal de Lisboa.

 

“Esta zona da frente ribeirinha da cidade recentemente requalificada é cada vez mais procurada por lisboetas e visitantes para uma maior fruição de um espaço junto ao rio”, diz a autarquia em comunicado, no qual esclarece que, nesse período, os automóveis poderão continuar a circular na Rua do Arsenal – existindo, além disso, percursos alternativos. “Com esta gestão, a Ribeira das Naus fica assim dedicada especialmente à fruição pedonal neste período festivo”, diz o comunicado.

 

 

Texto: Samuel Alemão

  • Tom Davis
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    Um tunel ou uma estrada nova em cima do Tejo parecem-me as hipóteses únicas para tratar este problema definitivamente.

    • Jorge Parente Baptista
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      Estava previsto um tunel a passar por debaixo da zona do Terreiro do Paço e Cais do Sodré, mas o problema do túnel do metro meteu tudo na gaveta…

  • Cláudia Diogo
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    ou seja semáforos desligados nas ruas da baixa e engarrafamentos junto ao terreiro do paço

  • Paulo Ferrero
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    mas….

  • Joana Fernandes
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    Exacto. Porquê ver as coisas do ponto de vista dos peões se podemos pensar apenas em quem anda de c.arro, que é a forma natural de locomoção e a que menos polui?

    Mas por acaso os semáforos desligados também me preocupam. É que quando assim é, os condutores, esquecendo completamente o código da estrada que um dia lhes foi ensinado, acham-se no direito de não deixar as pessoas atravessarem a estrada nas passadeiras.

  • Carlos Garcia
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    Penso que a melhor solução seria interditar isto aos carros e criar um linha de elétrico entre o Cais do Sodré e Sta Apolónia. Assim como está parece ser para agradar a gregos e troianos, o que acaba sempre por não agradar a ninguém!

    • joni
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      Fizeram o metro onde enterraram centenas de milhões de euros, mais uma herança do sr. coelhone

  • Cláudia Diogo
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    Ai as conclusões apressadas! Não é carro, é autocarro. E não é para passear, é para trabalhar.

  • Mónica Lopes Alfredo
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    Nada como ter, durante 3 semanas, autocarros a competir com carros para passar da Infante D. Henrique para a Rua da Alfândega através da Rua dos Arameiros. Quem toma estas decisões fantásticas deve achar que os moradores da Baixa estão todos em “férias escolares” e, como tal, não precisam de se deslocar para trabalhar.

  • Cláudia Diogo
    Responder

    percebo que é uma ideia muito agradável ter a ribeira das naus fechada ao trânsito, mas transforma tudo à volta no caos. E aquela zona é um eixo fundamental para quem chega de comboio, vindo da linha do estoril, e precisa de vir para a zona oriental da cidade. E demorar meia-hora de autocarro a fazer um percurso que normalmente se faz em 5, 10 minutos é um pesadelo. Já para não falar do perigo que é atravessar o terreiro do paço e a zona da baixa mais próxima daí com os semáforos intermitentes é uma verdadeira aventura. Não sou contra a interdição de trânsito na ribeira das naus por princípio, mas sou contra o modo caótico e descoordenado como é feita.

  • Ines Paulo
    Responder

    Boa. Pena ser só PL natal

  • Mónica Lopes Alfredo
    Responder

    Não é só pelo Natal, Inês Paulo; são todos os fins de semana e férias escolares…

  • Ana Maria Zuzarte
    Responder

    Já fazia falta um espaço assim ficou lindo

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