A Assembleia Municipal de Lisboa (AML) vai começar a debater, amanhã, o polémico projecto imobiliário para a Colina de Santana, envolvendo os terrenos de cinco hospitais (Desterro, Capuchos, São José, Santa Marta e Miguel Bombarda), na primeira de um conjunto de cinco sessões, que se prolongará até 11 de Fevereiro. “O ponto em que nos encontramos” é o tema do debate inaugural, a decorrer a partir das 18h, no edifício sede da assembleia, na Avenida de Roma. Na sessão far-se-á a “apresentação da situação actual e das propostas pendentes”, por um painel composto por Manuel Salgado, vereador com pelouro do Urbanismo, Francisco Cal, presidente do conselho de administração da Estamo – empresa estatal dona dos imóveis -, Inês Lobo, arquitecta que liderou a equipa responsável pelo Estudo Urbano da Colina de Santana, e Luís Cunha Ribeiro, presidente da Administração Regional de Saúde Lisboa e Vale do Tejo. O debate será moderado por Helena Roseta, presidente da AML.

Os nomes dos participantes nos painéis das restantes sessões ainda estão por anunciar. A segunda sessão decorrerá a 14 de Janeiro de 2014 e terá como tema o “Impacto das propostas no acesso da população a cuidados de saúde”. A terceira, “Impacto urbanístico, social e habitacional das propostas”, a 21 de Janeiro, terá como moderador o deputado da AML Vítor Gonçalves, presidente da comissão permanente de Ordenamento do Teritório, Urbanismo, Reabilitação Urbana, Habitação e Desenvolvimento Local. O quarto debate, “Impacto das propostas na memória e identidade histórica da Colina de Santana, será moderado por Simoneta Luz Afonso, presidente da comissão permanente de Cultura, Educação, Juventude e Desporto e acontecerá a 4 de Fevereiro. A última sessão, a 11 de Fevereiro, terá como mediador o deputado socialista Rui Paulo Figueiredo, e será dedicada às conclusões e propostas a submeter à assembleia.

 

Texto: Samuel Alemão     Fotografia: João Paulo Dias

Comentários
  • Antero Leite
    Responder

    Providência cautelar já!

    Lisboa não merece tal agressão! A cidade da Baixa Pombalina não pode ficar rodeada de monstruosidades arquitectónicas.

    Do Porto, com preocupação vos peço: não desistam!

Deixe um comentário.

This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.

O Corvo nasce da constatação de que cada vez se produz menos noticiário local. A crise da imprensa tem a ver com esse afastamento dos media relativamente às questões da cidadania quotidiana.

O Corvo pratica jornalismo independente e desvinculado de interesses particulares, sejam eles políticos, religiosos, comerciais ou de qualquer outro género.

Em paralelo, se as tecnologias cada vez mais o permitem, cada vez menos os cidadãos são chamados a pronunciar-se e a intervir na resolução dos problemas que enfrentam.

Gostaríamos de contar com a participação, o apoio e a crítica dos lisboetas que não se sentem indiferentes ao destino da sua cidade.

Samuel Alemão
s.alemao@ocorvo.pt
Director editorial e redacção

Daniel Toledo Monsonís
d.toledo@ocorvo.pt
Director executivo

Sofia Cristino
Redacção

Mário Cameira
Infografías 

Paula Ferreira
Fotografía

Margarita Cardoso de Meneses
Dep. comercial e produção

Catarina Lente
Dep. gráfico & website

Lucas Muller
Redes e análises

ERC: 126586
(Entidade Reguladora Para a Comunicação Social)

O Corvinho do Sítio de Lisboa, Lda
NIF: 514555475
Rua do Loreto, 13, 1º Dto. Lisboa
infocorvo@gmail.com

Fala conosco!

Faça aqui a sua pesquisa

Social Media Auto Publish Powered By : XYZScripts.com