Existe uma história cosmopolita de Lisboa para ver no museu da cidade

Existe uma história cosmopolita de Lisboa para ver no museu da cidade

Cristãos, judeus, muçulmanos, africanos e europeus, todos eles contribuíram muito para a construção da imagem da cidade. O Palácio Pimenta, sede do Museu de Lisboa, acolhe a exposição “Convivência(s). Lisboa Plural. 1147-1910”, para mostrar o papel destas comunidades, disseminado ao longo da história, que viveram em Lisboa entre a Idade Média e a I República. É uma exposição sobre a construção da cidade, “tão complexa e multifacetada como ainda é hoje”.
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Nos terminais fluviais de Terreiro do Paço e Barreiro, há centenas de utentes a desesperarem para entrar no barco

Nos terminais fluviais de Terreiro do Paço e Barreiro, há centenas de utentes a desesperarem para entrar no barco

Vários barcos, que ligam Lisboa ao Barreiro, começaram a ser suprimidos em meados de Maio, muito por culpa de uma greve dos mestres da Soflusa. Esta semana, a situação agravou-se. As ligações fluviais falham várias vezes e ininterruptamente, nas horas de maior afluxo, deixando centenas de utentes retidos nos terminais. As pessoas amontoam-se, algumas caem e outras, desesperadas, saltam e partem os vidros das cancelas para entrarem no cais de embarque. “É a guerra do mais forte, estamos todos pressionados como sardinhas”, critica uma passageira.
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“Sala de chuto” móvel já arrancou no Beato, mas ainda não há data para a abertura das salas fixas de Lisboa

“Sala de chuto” móvel já arrancou no Beato, mas ainda não há data para a abertura das salas fixas de Lisboa

As salas de consumo assistido foram anunciadas há mais de um ano e já deviam estar todas a funcionar. Fonte do gabinete do vereador dos Direitos Sociais admite agora que não se previu “a morosidade própria de um processo que acontece pela primeira vez em Portugal”. Não se sabe, por isso, quando abrirão portas as salas fixas. “Provou ser muito mais demorado”, reconhece a mesma fonte. A Câmara de Lisboa promete “trabalhar arduamente” para iniciar as obras no Vale de Alcântara e no Lumiar, onde ficarão tais estruturas.
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A livraria brasileira de que todos <br> falam chegou ao Príncipe Real

A livraria brasileira de que todos
falam chegou ao Príncipe Real

Conhecida tanto pela qualidade da oferta e do atendimento prestado pelos seus livreiros como pela arquitectura interior das suas lojas, a Livraria da Travessa chegou a Lisboa. O estabelecimento da Rua da Escola Politécnica, aberto no passado fim-de-semana, não é excepção e pode certamente entrar no pódio das mais bonitas lojas do ramo da capital portuguesa. Uma renovada desculpa para voltar ao Príncipe Real.
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Uma visita aos bastidores do Teatro São Luiz no momento em que comemora 125 anos

Uma visita aos bastidores do Teatro São Luiz no momento em que comemora 125 anos

Comemoram-se a 22 de Maio os 125 anos da inauguração do então chamado Theatro D. Amélia. Nessa data, em 1894, abria portas na antiga rua do Tesouro Velho - desde 1907 denominada António Maria Cardoso –, e em terrenos propriedade da Casa de Bragança, o resultado do desejo expresso, dois anos antes, pelo actor Guilherme da Silveira. A fotógrafa Paula Ferreira teve permissão para, por momentos, penetrar nos meandros do Teatro São Luiz e registar para O Corvo o que a sua lente captou.
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Ambiente. Em destaque

Mobilidade. Em destaque

Urbanismo. Em destaque

Vida na Cidade. Em destaque

Portfólio.  Muitas vezes, o que se passa na cidade pode ser melhor descrito em fotografias. Ei-las

Portfólio

Viver a chegada da Primavera em Monsanto

Viver a chegada da Primavera em Monsanto

Por entre uma vegetação densa, formada por Cedros do Bussaco (Cupressus lusitanica), o Pinheiro Manso (Pinus pinea) e o Pinheiro de Alepo (Pinus halepensis), mas também Sobreiros (Quercus suber), as Azinheiras (Quercus rotundifolia) e Carvalhos Cerquinhos (Quercus faginea), podemos encontrar a tranquilidade para cortar o ritmo agitado da cidade. Existe uma dúzia de percursos pedonais, dois dos quais comunicam directamente com a malha urbana da capital ...

Galeria de Vídeos. 

O Corvo nasce da constatação de que cada vez se produz menos noticiário local. A crise da imprensa tem a ver com esse afastamento dos media relativamente às questões da cidadania quotidiana.

O Corvo pratica jornalismo independente e desvinculado de interesses particulares, sejam eles políticos, religiosos, comerciais ou de qualquer outro género.

Em paralelo, se as tecnologias cada vez mais o permitem, cada vez menos os cidadãos são chamados a pronunciar-se e a intervir na resolução dos problemas que enfrentam.

Gostaríamos de contar com a participação, o apoio e a crítica dos lisboetas que não se sentem indiferentes ao destino da sua cidade.

Samuel Alemão
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