Passe diário para as bicicletas partilhadas da EMEL exige uma caução de 300 euros

por • 6 Outubro, 2017 • MOBILIDADE, Reportagem, SlideshowComentários (72)2029

Lisboa aderiu ao bike sharing, o serviço de bicicletas partilhadas que já funciona em muitas cidades da Europa com uma alta taxa de sucesso. Mas o uso por apenas um dia destas bicicletas, que a EMEL (Empresa Municipal de Mobilidade e Estacionamento de Lisboa ) apresenta como “uma alternativa de transporte público”, obriga os eventuais interessados a disponibilizarem um valor de caução maior do que para alugar um carro, comprovou O Corvo, esta semana.

 

As novas bicicletas partilhadas da EMEL – rebatizadas Gira, após a fase piloto, que durou todo o verão – podem encontrar-se na zona do Parque das Nações, desde o final de Setembro. A empresa municipal de mobilidade anuncia estas bicicletas, clássicas e elétricas, como “a alternativa de transporte público mais amiga da cidade”, que vai ajudar a evitar o “stress dos transportes”. No entanto, quem quiser usar o serviço de bike sharing por um dia deverá ter, pelo menos, 310€ na conta bancária ou no cartão associados ao PayPal, já que o passe diário (10€) obriga a deixar uma caução de 300€ – valor que fica congelado na conta durante 48 horas, após o final do prazo do passe diário.

 

Caso não tenha esse dinheiro disponível, a página do PayPal vai para a área dos cartões/contas, sem qualquer notificação ou aviso. Só após um telefonema para o número indicado na app da Gira, O Corvo foi informado de que “como está explícito nos Termos e Condições, para o passe diário (não para o mensal, nem para o anual) é necessário pagar a caução”. Realmente, o valor está lá, assim como na lista de preços de utilização do referido passe.

 

Em muitos casos, porém, isto poderá tornar a Gira uma alternativa inviável – quer sejam visitantes ou turistas, quer sejam moradores os que queiram usar o serviço ocasionalmente. Paga-se menos por alugar um carro.

 

A diferença de preço em relação aos outros passes (mensal 15€ e anual 25€), os quais não obrigam ao pagamento de qualquer caução, acaba por fazê-los parecer uma melhor opção. O senão é que reduzem o tempo de uso gratuito para frações de 30 minutos, em vez dos 60 minutos do passe diário.

 

Em qualquer caso, este bónus só está disponível até final de Dezembro de 2017. Depois disso, a primeira viagem ou fração de tempo passará a custar 0,20€ para as bicicletas elétricas e 0,10€ para as clássicas. E além do valor fixo dos passes, quem ultrapassar o tempo de uso gratuito paga 1€ pelo segundo período de 30/60 minutos e 2€ pelos seguintes períodos de 30/60 minutos. Entenda-se que este valor não é descontado do preço já pago – acresce ao preço do passe.

 

Uma vez estacionada a bicicleta na doca, o utilizador deverá esperar 15 minutos (com os passes mensal e anual) ou 30 minutos (com o passe diário), antes de poder desbloquear uma nova. Não conseguimos, todavia, obter qualquer explicação por parte da EMEL em relação aos critérios que levaram a estipular estes valores.

 

Todas as chamadas e todas as opções do atendimento automático que O Corvo tentou acabaram no call center, onde os funcionários apenas puderam ficar com os nossos contactos, para depois os encaminharem para a “pessoa responsável”, que estava “em reunião” ou que não conheciam, porque “é um serviço externo”. Apesar do pedido de contacto urgente, ninguém nos contactou até ao final desta quinta-feira (5 de outubro).

 

 

Prevenir roubos e evitar que os utilizadores usem as bicicletas apenas durante as frações de utilização gratuita; ou o facto da EMEL pretender disponibilizar “principalmente bicicletas elétricas”, já “a pensar nas 7 colinas”, são algumas das razões que poderão ter levado à adoção destas medidas. Mas os valores associados aos passes diários, abrangendo a referida caução, contrastam com a sugestão de que esta será a opção “ideal para visitantes”.

 

O mesmo serviço de bike sharing existe em muitas outras cidades, com preços bem mais “alternativos”. Em Cascais, o preço das BiCas para um dia inteiro é de 3,90€ para as bicicletas convencionais ou 6,90€ se se optar pelas elétricas, sem caução associada; em Madrid, é oferecido um ou vários passes gratuitos e cobram uma caução de 150€ para uso ocasional. Em Paris, o passe diário custa 1,70€ e a caução de 150€ só é cobrada se o pagamento for feito com alguns tipos de cartão; ou em Londres, onde é possível usar durante maia hora grátis ou em frações de uma hora com um custo de £2 por dia, sem qualquer caução.

 

Para já, estas bicicletas só se encontram disponíveis na zona do Parque das Nações, e só funcionam das 7h às 24h. A EMEL prevê a sua expansão gradual para toda a cidade de Lisboa. Segundo se lê no sítio da empresa, o objetivo é “espalhar estações de bicicletas Gira, um pouco por toda a cidade: pelo Eixo Marginal, o Eixo Benfica-Braço de Prata, o Eixo Central, Olivais, a Circular Exterior do concelho e, ainda, o eixo Alcântara-Luz.”

 

Não existe, porém, informação sobre a possibilidade de virem a estar disponíveis 24 horas por dia. Estas bicicletas não podem ser usadas por menores, mesmo que acompanhados por adultos – até porque só é possível desbloquear uma bicicleta por app, ou seja, por utilizador.

 

Texto: Margarita Cardoso de Meneses

 

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72 Responses to Passe diário para as bicicletas partilhadas da EMEL exige uma caução de 300 euros

  1. …mas pois claro…pensavam que era só a diária?…e 300 euros sempre cativos do ordenado…mais uma vez esta ideia não é para todos…palmas para aqueles que pensavam que isto era barato…

    • Jorge Só diz:

      Uma família de turistas (mãe, pai, dois filhos) que alugue estas bicicletas por um dia, fica com 1200 euros retidos durante 48 horas (4 passes), sem qualquer aviso.

    • Pedro diz:

      O passe Mensal e o Passe Anual não tem Caução. O sistema é o transporte público mais barato de Lisboa.

  2. São Lopes São Lopes diz:

    Com 150 compro uma bicicleta…

    • Jojo Silva diz:

      Mas com 3 000 000 ou 4 000 000 Euros ano…28 Milhões de euros em 8 ou 9 anos…
      pagamos, todos, as bicicletas que “visitantes e turistas” vai utilizar…
      mesmo que não utilizemos nem precisemos de utilizar as bicicletas!
      Como tantas opções mais interessantes e acarinhas por Lisboetas…
      que não avançam por falta de verba!
      Justiça social… par com visitantes e turistas…

      • Pedro diz:

        O sistema é pensado para os moradores, não para os “visitantes e turistas”. E para os moradores é barato… e sem complicações.

      • Pedro diz:

        Não são 28Milhões. São 23 Milhões no máximo. O contrato foi adjudicado por 18 Milhões para fornecimento e manutenção durante 8 anos. Faz ideia dos meios e pessoas envolvidas para que isso funcione?

      • MM diz:

        Na verdade 28 milhões de euros para pôr de pé esta coisa é obra!
        As motas elétricas que já aí andam para ser alugadas parecem-me mais práticas – estacionam-se em qualquer lugar -, e são até mais baratas.

  3. Estes preços são um absurdo. Será que querem mesmo que este modelo de negócio prospere, ou dá mais jeito que morra em poucos meses?

  4. Claro o negócio já foi entregue aos amigos habituais e agora vamos explorar os “camelos”, a tugalândia no seu melhor

    • Pedro diz:

      Que amigos habituais? Certamente sabe que houve um concurso internacional para isso. E que foi tudo validado pelo Tribunal de Contas. E que foi ganho por uma empresa portuguesa com um produto português, fabricado em Portugal? E que é um dos sistemas Bike Sharing mais avançados do mundo neste momento, servindo de exemplo a outros que estão a lançar concurso para uma nova fase como Londres e Barcelona? É fácil criticar… é a única coisa que fazem os camelos da tugalândia…

      • Sû Gomes diz:

        Peço desculpa mas já usei bicicletas partilhadas em muitas partes do mundo. Mais recentemente foi em Toronto. Não só podíamos através da mma conta desbloquear 2 bicicletas como não tínhamos q esperar 15m p desbloquear outra nem tão pouco nos exigia 300 euros de caução. Em Zurique não paguei nada, apenas tive q deixar fotocópia do passaporte. Acho q esta alternativa aos carros é louvável mas podiam melhorar algumas coisas…

  5. Para a geringonça, andar de bike é um luxo. Por isso há que pagar bem

    • Rosario diz:

      A Emel nada tem a ver com a “geringonça”. Aliás o que o povo permite à emel deriva do mesmo pensamento que apelidou uma coligação governamental com este nome… e continuarem a usá-lo!

  6. É Assim em Todo o lado. Única maneira de tentar evitar roubos das bikes

  7. Isto é prática comum. Talvez não exactamente da mesma forma, mas por exemplo em Dublin se alugarem uma por um dia e 24 horas depois ainda não tiver sido devolvida são tirados 150EUR da vossa conta. Honestamente, é preciso haver caução nestas coisas, se em países com mais civismo existe, imaginem a selva que não seria se não existisse essa caução por cá…

  8. O valor não é para o Tuga! Tem de haver caução claro, mas tanto?!

  9. Na Polónia a utilização para períodos de 20min é gratuita. Para poder utilizar apenas é necessário fazer um carregamento de 3eur que pode nunca ser descontado se só se utilizar os 20min de cada vez. As ruas estão cheias de gente a utilizar as bicicletas. Em Lisboa veremos. Mas parece mais um sistema de monetização e não uma iniciativa para a mobilidade e o ambiente.

  10. Não há cultura de andar de bicicleta. Em Italia, França e tantos outros paises as senhoras de mais de 70 anos andam todas de bicicleta é até morrerem. Estas medidas de cauções e preços são como se tratasse de um objecto de luxo de algo muito exclusivo quando afinal é só uma bicicleta! Deveria promover o uso da bicicleta como algo facil accessivel e habitual, não como algo extraordinario e raro!

    • E se a bicla se «extraviar», quem é que a paga ?

    • Catarina de Macedo diz:

      Em Paris é raro as pessoas (parisienses pelo menos) usarem bicicleta como transporte diário, já que as estradas de Paris são demasiado desgovernadas e é facílimo haver acidentes sobretudo com ciclistas. E talvez em Itália e França as pensões sejam melhores, porque aqui os idosos não têm dinheiro para a medicação necessária e muitos sofrem de problemas de saúde por causa disso. Se muitos acima dos 70 nem se aguentam de pé nos autocarros quanto mais de bicicleta…Enfim. Há que compreender que não se trata apenas de haver ou não uma cultura de andar de bicicleta. Há que reconhecer que para muitas pessoas e em determinadas circunstâncias e contextos a bicicleta não é uma opção.

  11. Em Lyon também existe uma caução para o passe diário. O valor é mais baixo mas às bicicletas não são elétricas

  12. Acho bem senão era tudo roubado

  13. Co.o são os portugueses roubava nas e desfaziam nas para vender n sucata

  14. Roubam os portões as janelas as alfaias agrícolas os fio dos telefones etc….

  15. Há pessoas e pessoas. Claro que não devem pedir esse dinheiro a um estudante ou reformado mas tem que existir uma fiança ou confiança.

  16. Jojo Silva diz:

    “… isto poderá tornar a Gira uma alternativa inviável – quer sejam visitantes ou turistas…”
    A questão que se coloca:
    Mas então os Lisboetas e os Portugueses vão estar a pagar, a financiar, as bicicletas que os VISITANTES e TURISTAS utilizam?!
    É para isto que serve a cobrança de taxas e impostos nesta cidade? neste país?
    Mas nós como país Portugal… somos ricos?
    Não há tantos problemas que mais interessam aos Lisboetas ver resolvidos?
    a Higiene urbana? habitação para os mais desfavorecidos? escolaridade?
    eléctricos/metro/comboios e autocarros em quantidade e a horas? etc

    E por último… não na cidade operadores privados a oferecerem serviços de aluguer de bicicletas?
    Já devidamente implantados, com todas vantagens…
    e agora também: desvantagens, pela concorrência desleal?
    ou CMLisboa vai financiar estes operadores também?

    Na verdade jamais este sistema vai dar lucro. Pura UTOPIA.
    Não há sistemas de bicicletas partilhadas… auto-sustentáveis… quanto mais lucrativos!
    É mais um CUSTO. é mais uma CONTA… PAGAM OS MESMOS DE SEMPRE!
    A favor de visitantes e turistas…

    • Pedro diz:

      O serviço está pensado para os moradores. O Passe Anual e o passe Mensal não tem caução. Quem for turista ou visitante paga muito mais caro e deixa uma caução. E é o transporte público mais barato da cidade…

  17. Forma de fazer jornalismo tão messquinho e sencionalista. Trabalho de casa, quantos sistemas de partilha de bicicletas existem pela Europa fora, desses quantos usam bicicletas eléctricas e comparem o valor justo da caução entre todos. Com 150 euros comprava uma bicicleta .. então força! No final do dia tem menos 150€ na conta, com a caução … Não…

  18. andre l diz:

    …. Isto não me parece de nada uma alternativa à mobilidade, ou é só um nicho de negócio? Como se chega à conclusão de que a caução é 300 euros, como se chega a esse valor?
    Mediram o impacto e complicometro que é alugar por 1 dia? Por exemplo uma familia pai, mãe e dois filhos. 40 Euros + 1200 euros “caução”? Dscp mas isto está além de surreal.

    Conhecendo outros bike sharings europa fora – não vi nem me lembro de nada igual… A caução que paguei em Amsterdam foram uns 50 euros…..

  19. O problema é que se as biclas não fossem caras, as comissões para quem as comprou deram demasiado baixas. E em Portugal o estado não investe em nada que não haja alguém a receber comissões…

  20. O Corvo – Sítio de Lisboa como chegaram a esse valor? Não vejo nada no site do gira que indique esse valore. Ainda não percebi em que século é que vão começar, eu só vejo colocarem uma estaçaõ em um lado tiram e colocam em outro (só isto).
    o site nada indica senão o preço dos passes – https://www.gira-bicicletasdelisboa.pt/passes-e-tarifarios/ (já estou a ouvi a música do twlight zone)

  21. Jorge Só diz:

    E pagámos nós 27 milhões de euros por esta brincadeira, num concurso público que já se desenrola há mais de 8 anos, com jogadas de bastidores muito sujas (o vencedor do primeiro concurso foi a e-prio, empresa portuguesa, cujo CEO foi contratado pela EMEL, forçando à extinção da empresa, o segundo concurso foi ganho pela JCDecaux, mas a EMEL bloqueou o resultado, até que foi “forçada” a concessionar as bicicletas à Órbita que irá receber 27 milhões de euros por esta brincadeira) e que ainda não está concluído, bem longe disso.

    Gaita pá.

    • please type your name diz:

      Espera aí que o PEDRO já aí vem explicar como foi. Ele foi só dar uma voltinha de bicla e já volta aqui para comentar os outros comentários. Ele é que sabe e ele é que tem razão.

  22. Isto é prática comum, em Paris são, salvo erro, €250. O dinheiro é devolvido, caso não haja uso abusivo, como é norma em qualquer caução.

    É preciso entender que algumas destas bicicletas, especialmente as que contam com assistência eléctrica, custam mais de 2 mil euros.

    • O projeto Mobi Cascais já está mais avançado. A cidade de Lisboa podia aproveitar alguns procedimentos corretos nesse sentido. A utilização/aluguer das bicicletas requerem, em Cascais, facultar as informações do cartão de debito e os dados pessoais no CC. Existe uma aceitação dos habitantes de Cascais neste procedimento. Eu acho que devia ser uma opção. Dados bancários ou depósito. De facto, 300 euros, é bastante para a realidade portuguesa mas é necessária uma garantia pela parte do programa.

      • Ricardo diz:

        Ainda assim,a não ser que tenhas um cartão de crédito, com dados da tua conta ninguém te pode sacar dinheiro da conta sem uma autorização tua por escrito. Nao percebo.

  23. Conseguiram matar o projeto antes de ele começar! Lamentável

  24. É óbvio que é necessário existir uma caução, porque ninguém pode ter acesso a uma bicicleta por um valor baixo e sem deixar qualquer identificação (o que certamente não acontece nos passes mensais ou anuais, em que o utilizador é identificado), contudo parece elevada, tendo em conta o que acontece noutros países. Além disso, tem de existir mais formas de aluguer de curta duração, para grupos p.e. Não é expectável que duas ou três pessoas aluguem bicicletas por um dia e deixem 600 ou 900 euros de caução.

    A comparação com o aluguer de automóveis é mal feita, porque ninguém aluga um automóvel sem deixar identificação e fazer prova de carta de condução, creio.

  25. Não é obviamente uma medida simpática ou sequer racional, quer seja lisboeta ou turista. Se é uma medida para empurrar as pessoas para as outras modalidades de passe? Pode correr mal e deve ser repensada porque são os números que vendem (ou não). Agora temos é de exorcizar de vez a ideia que os males vêm todos da nossa terra. Há dois anos aconteceu-me o mesmo em Paris, talvez tenham sido cerca de 250 euros que ficaram cativos durante uns 4-5 dias. EMEL, vamos lá descomplicar.

  26. Tão caro? Em Paris é 150 euros, metade do preço.

  27. Já usei o serviço de bicicletas partilhadas em várias cidades e pedem sempre uma caução. Isto é um procedimento normal. O valor é que é capaz de estar um pouco inflacionado…

  28. Rui diz:

    Este processo tem sido uma vergonha! Um autentico escandalo! Anos e anos adiado, concursos anulados e agora que finalmente se executa, essa divindade que é a EMEL decide estas regras estupidas e sem sentido. Pensam q inventaram a roda, e só tinham de copiar, por exemplo o bike sharing de Barcelona. Conheço.o por experiência, pratico, simples e super barato! Enfim, Pais do 3º mundo, cada vez mais me convenço que a tuguice é algo genético!

  29. Será que ainda ninguém percebeu que isto apenas diz respeito à utilização pontual?
    Na utilização regular não há caução.
    Se os turistas querem passear que aluguem uma bicicleta numa das empresas que o faz em Lisboa.
    Certamente será mais barato e a caução também.
    Leiam as condições de adesão.
    Inclusive, actualmente a primeira meia hora é gratuita.

  30. Aveiro não têm essa caução…

  31. Era mais barato oferecer uma bicicleta a cada lisboeta

  32. Mas o que esperar da Emel? Empresa mal vista em Portugal. Na Tugolândia é mais caro que em Londres ou Paris . Haja “patos” .

  33. “(…) acaba por os fazer parecer (…)”. Isto é o quê?

  34. Meus… mas é óbvio e ainda bem. O serviço não pode ficar refem do utilizador esporádico.

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