Depois de uma longa espera, os moradores das freguesias da zona central da cidade de Lisboa começam, a partir desta semana, a poder utilizar a nova Unidade de Saúde Familiar da Baixa. Inaugurado na tarde (15h) desta quinta-feira (17 de novembro) – numa cerimónia que contará com a presença do primeiro-ministro, António Costa, do ministro da Saúde, Adalberto Campos Fernandes, bem como do presidente da câmara, Fernando Medina -, o equipamento público situa-se no Martim Moniz, em instalações cedidas pelo município no empreendimento construído naquela praça pela extinta Empresa Pública de Urbanização de Lisboa (EPUL). Persistem, porém, dúvidas sobre o universo total de pessoas que poderá vir a usar o mesmo.

 

Num comunicado enviado aos meios de comunicação social, ontem ao final da tarde, a autarquia diz que, com esta abertura, a câmara e a tutela “pretendem melhorar os cuidados de saúde primários para um número superior a 14.000 utentes de várias freguesias do centro da cidade, contribuindo desta forma para a qualidade de vida das pessoas que já habitam e que venham habitar o centro da cidade”. Em abril de 2015, em declarações à agência Lusa, o vereador dos Assuntos Sociais, João Afonso, referindo-se ao centro de saúde a inaugurar no Martim Moniz, dizia que o mesmo estava “estimado para um número máximo de 22 mil utentes, tendo em conta a capacidade física do espaço e o tipo de serviços que uma unidade de saúde familiar tem”.

 

Texto: Samuel Alemão

 

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